BIBLIOTECA ESCOLAR: relato de experiência
Araci I. de Andrade Hillesheim (araci@ced.ufsc.br) e
Gleisy R. Bories Fachin (gleisy@ced.ufsc.br)

Resumo
Relata a experiência de organização de uma Biblioteca Escolar, buscando a adequação junto ao perfil da escola e fazendo dela um recurso didático-pedagógico a ser utilizado para a integração e dinamização do processo ensino-aprendizagem.
 
Palavras-Chaves: Biblioteca escolar – relato de experiência, Recurso didático-pedagógico
 

1 INTRODUÇÃO

        O ensino escolar é uma prática social decidida e estabelecida pela sociedade, para formal e institucionalmente, transmitir a cultura às novas gerações, de maneira regular, sistemática e intencional.
        O desenvolvimento das tecnologias, nas últimas décadas, vem afetando todos os setores da atividade humana, proporcionando maior agilidade de comunicação, reduzindo distância e esforços nas rotinas diárias e ampliando as possibilidades de acesso à informação em todo o mundo. Com isso, as escolas estão inovando os métodos de ensino, considerando que o perfil dos alunos muda constantemente ao assimilarem conhecimentos informalmente no dia a dia, em casa, na rua, no clube e em qualquer segmento da sociedade.
        Para que a escola tenha o desenvolvimento desejado é necessário a utilização de recursos que facilitem a integração e dinamização do processo ensino-aprendizagem. Entre os recursos existentes, destaca-se a Biblioteca Escolar, instrumento indispensável como apoio educacional, didático-pedagógico e cultural. A Biblioteca Escolar é também elemento de ligação entre professor e aluno na elaboração das leituras e pesquisas, buscando sempre uma melhor metodologia de transmissão do conhecimento,  influenciando o hábito da leitura e tornando o aluno mais crítico.
        Considerando a importância da existência da biblioteca em qualquer escola, desenvolveu-se um projeto com o objetivo de organizar a Biblioteca da Escola Jardim Anchieta de forma integrada ao processo pedagógico da escola, projetando sua estrutura, serviços/atividades e metodologias a serem adotadas.
        Desta maneira, busca-se relatar a experiência destacando os aspectos mais importantes, principalmente a questão das mudanças ocorridas com a organização da Biblioteca na Escola Jardim Anchieta, descrevendo assim as suas várias etapas, reuniões, acertos e discussões na adequação das políticas biblioteconômicas à realidade da Escola. Apresentadas da seguinte maneira:  políticas da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, fluxograma das atividades e considerações finais.
 

2 ORGANIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

        Analisando e acompanhando as literaturas da área, observando e visitando escolas, percebe-se que as bibliotecas escolares desempenham o papel de educadoras na formação dos seus usuários. Desta forma, é importante que sejam organizadas de modo a levar os alunos a aprenderem os conceitos de organização, armazenamento, e posterior recuperação das informações, bem como, a questão da preservação e manutenção de uma biblioteca, pois é aí que eles encontram as respostas aos seus questionamentos e saciam suas curiosidades. Cabe aos profissionais da área aproveitarem estes momentos de curiosidade e despertar em cada um o hábito pela leitura, o uso de bibliotecas, a pesquisa e busca pela informação e o reconforto de sentir-se saciado, de ter descoberto, de ser informado. Como bem coloca Ribeiro (1994, p. 61), "a biblioteca possibilita acesso à literatura e as informações para dar respostas e suscitar perguntas aos educandos, configurando uma instituição cuja tarefa centra-se na formação não só do educando como também de apoio informacional ao pessoal docente."
        É necessário que os padrões adotados não fujam radicalmente daqueles utilizados na maioria das bibliotecas, a fim de que as crianças tenham conhecimento adquirido quando forem utilizá-las em qualquer momento de sua vida. Ao definir a política para a organização da biblioteca escolar, buscar sempre a simplificação e a clareza e deixar bem claro e visível a todos os usuários como é que a biblioteca funciona e como está organizada. Partindo deste pressuposto, destacamos tópicos pesquisados na literatura, considerados relevante à organização de uma biblioteca a nível escolar:

        Os documentos que compõem o acervo de uma Biblioteca Escolar, em geral são:

a) Obras de referência (dicionários, enciclopédias...)
        Poderá ser separada por tipo de documento e colocadas por ordem alfabética de título, ou utilizar a classificação adotada pela biblioteca, ordenando-as sem maiores problemas e armazenadas em estantes baixas que facilitem o acesso da criança.

b) Livros didáticos
        Apresentam-se de forma muito intensa, principalmente na forma de “livro do professor”, abrangendo as áreas de português, matemática, estudos sociais (história, geografia, educação moral e cívica), ciências (física, química, biologia), educação artística (música, artes plásticas, artes cênicas) entre outras. Devem ser classificados de acordo com o sistema adotado, o qual irá organizá-los por assunto, autor e título. No entanto, devem ser providenciadas formas mais fáceis de recuperar as informações, auxiliando as crianças menores, como uso de cores bem chamativas e bem divulgadas e deverão estar em estantes de aço, de forma bem acessível.

c) Livros de lazer (literatura em geral)
        A melhor forma é dividi-los por faixa etária, através do uso das cores. No caso da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, além da classificação da CDD, é utilizado a identificação de cores por faixa etária, o que facilita o manuseio dos usuários. Devem ser armazenados em local de fácil acesso, para que a criança possa pegar o livro sozinha.

d) Periódicos (jornais e revistas)
        Por ordem alfabética de título e então por ordem cronológica. Os jornais são armazenados em estantes próprias e as revistas em caixas de plástico ou aço.

e) Gibis
        Devem ser organizados por tipo de coleção: turma da Mônica, Walt Disney, entre outros. Armazenados em caixas ou estantes bem baixas e largas, o que facilita o manuseio e não ficam caindo o tempo todo.  Não devem ser classificados e nem registrados, por tratar-se de acervo descartável  e de fácil reposição.

f) Folhetos
        Atendendo as necessidades de escola e de seus docentes, principalmente, quando a escola trabalha com crianças de 0 a 6 anos, onde os trabalhos de recorte e montagens são importantes. Podem ser organizados por tipo: catálogos, folders, panfletos, etc e armazenados em arquivos de pastas suspensas ou em estantes próprias para folhetos. Quando o orçamento da biblioteca não permitir isto, o melhor é guardar em caixas ou pastas, identificando o conteúdo.

g) Gravuras
        Material muito bom para se ter em bibliotecas escolares, principalmente naquelas que atendem a faixa etária de 0 a 6 anos. Os alunos necessitam de figuras para fazer cartazes, ornamentar trabalhos e demais atividades de artes. Podem ser guardadas em arquivos de pastas suspensas, organizadas por tipo de gravura, como por exemplo: crianças, flores, animais, árvores, casas, ruas, parques, e outros.

h) Jogos
        Em se tratando de biblioteca escolar, os jogos poderão estar presente, utilizados principalmente pelas professoras nas horas de recreação, tipo: dominó, quebra-cabeça, xadrez, entre tantos outros. Devem ser colocados em armários próprios, facilitando a guarda, a manutenção e a recuperação.

i) Material audiovisual (multimeios)
        Com o advento das tecnologias, a cada dia temos novos tipos de documentos a serem catalogados, armazenados e disseminados aos usuários, entre eles, destacam-se: fitas cassetes, fitas de vídeo, diapositivos, slides, CD ROM, entre outros. Na realidade, podem ser classificados e catalogados da forma convencional, uma vez que somente os bibliotecários e demais funcionários cuidarão do armazenamento e a recuperação dos mesmos, mas deixando sempre acessível aos usuários. É de suma importância a divulgação deste material para os professores, funcionários, pais e alunos utilizado-se listas com todos os títulos.

        Na questão da organização do acervo, não devemos pensar somente nas crianças, mas devemos estar muito atentos aos professores, mantendo com os mesmos uma interação, buscando sempre a adequação do acervo ao planejamento escolar e sua metodologia de ensino. Respaldado por Stumpf (1987, p. 77), afirmando que “o bibliotecário é elemento-chave, dinamizador de todo o processo. Dependerá sempre de seus valores e crenças o resultado das ações efetuadas dentro da biblioteca. Assim, se ele considerar a educação num sentido amplo e não restrito somente ao ensino, mas à formação de hábitos e atitudes próprias no aluno, ele se integrará à ação docente de forma mais efetiva e abrangente”.
        Igualmente importante é o bibliotecário inovar e divulgar sua biblioteca, considerando como seu público, além das crianças, os pais. Pois, através dos pequenos usuários, pode-se atingir uma gama bem maior de usuários adultos, envolvendo-os nas atividades de ensino e no desenvolvimento de hábitos de leitura.

2.1 Políticas da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta

        De acordo com a realidade e o acervo da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, e baseando-se na descrição anterior optou-se, em conjunto com a sua Direção, por alguns critérios para a organização do material bibliográfico, considerados fundamentais para a adequação e pleno funcionamento da biblioteca. São eles:

2.2 Fluxograma das atividades realizadas na Biblioteca da Escola Anchieta

        Busca-se, neste item, esclarecer quaisquer dúvidas referente ao funcionamento da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, definindo-se os materiais bibliográficos utilizados e o processo no tratamento técnico do acervo.

a) Registro
         Utilizar registro manuscrito de seqüência direta (tipo livro ATA), adaptado a realidade brasileira. Será usado dois (2) livros atas, separando o acervo por categoria de materiais, como: Monografias, Fitas, CD ROM, Cartografias e Realias. Em caso de extravio de algum material pertencente ao acervo, dar baixa no registro, utilizando a numeração da seqüência para o livro reposto.  Quando da chegada de novos títulos à Biblioteca, efetuar inicialmente o registro e a colocação dos carimbos necessários, conforme exposto abaixo: Carimbo de Registro, Carimbo da Biblioteca Escolar Jardim Anchieta (carimbo sigilo).
 
b) Classificação
         No caso da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, optou-se: pelo uso da Classificação Decimal de Dewey, 19.  ed., espanhol; o uso do cabeçalho de assunto da Fundação Getúlio Vargas - FGV e para a classificação de autor, a Tabela Cutter Sanborn.

c) Rubrica de assunto
         Baseando-se no Cabeçalho de Assunto da Fundação Getúlio Vargas, os assuntos que forem relevantes à Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, serão controlados, criando-se assim o Catálogo de Rubrica de Assunto da Biblioteca.

d) Catalogação
        Foi adotado para atender as necessidades de catalogação do acervo da escola, o Código de Catalogação Anglo-Americano - AACR-2, nível 2, de modo simplificado.

e) Catálogo de identidade
        Buscando a padronização nas entradas de autores, criou-se o Catálogo de Identidade, da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, identificando sempre o(s) autor(es), como: nome pessoal, nome entidade, congresso ou título uniforme. Na geração do catálogo, as pesquisas foram realizadas nas seguintes fontes: Cabeçalhos uniformes de nomes, da Câmara Brasileira de Livreiros de 1978, Catálogo de Autoridades, da FGV, 16-11-95 e na própria obra que esta sendo catalogada. Este tipo de catálogo favorece e acelera o processo técnico, visto que muitos autores repetem-se na literatura escolar.

f) Digitação da planilha
        Utilizando o microcomputador da Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, no qual foi instalado o software MicroIsis, bem como, uma base de dados desenvolvida para atender as necessidades do acervo, o profissional atuante prepara as planilhas e, após a conferência, digita-as na base ANCHIETA. Esta base esta estruturada para atender ao aspecto monografias e, as demais bases: fitas, CD ROM, mapas e realias estão sendo desenvolvidas. Desta forma, procuramos atender a demanda da Escola e de seus usuários, gerando a recuperação dos dados pelo autor, título e assunto.

g) Preparo do material para circulação e empréstimo
         As etiquetas serão geradas utilizando o Software PIMACO, para a geração das etiquetas de catalogação e número de chamada que, depois de impressas, são coladas nas obras, juntamente com a fita na cor da faixa etária.
 

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

        No desenvolvimento deste projeto, buscando adequar a parte teórica e prática com a realidade da Biblioteca da Escola, com sua Direção, sua Coordenação pedagógica e professores sentiu-se uma certa resistência, principalmente no abrir mão de seus acervos, os quais estavam dispersos pelas várias salas da Escola e seriam misturados formando um todo – questionava-se: como encontrar de novo!
         Desta maneira, buscou-se fazer um trabalho em parcerias com todos os elementos da escola, ouvindo, discutindo e informando metodologias e técnicas de recuperação da informação. E, nesta parte foi fundamental a participação da bolsista que esta atuando na Biblioteca da Escola Jardim Anchieta, em regime de 20 horas semanais. Estas discussões envolveram desde as zeladoras até a Diretora da escola e, num trabalho participativo e de recuperação de móveis, equipamentos e acervo, constituiu-se a Biblioteca da Escola Jardim Anchieta.
         Nesta experiência cabe ressaltar as dificuldades financeiras, presentes em todos os momentos, principalmente em se tratando de materiais bibliográficos necessários ao tratamento do acervo e sua disponibilidade ao usuário.
        Um dos objetivos que se pretendia alcançar com o início deste trabalho, era garantir a presença de um profissional nesta biblioteca, e hoje, já contamos com o espaço para um estagiário e a certeza de que foi demonstrado o que faz um bibliotecário, que está muito além do que apenas preparar e disponibilizar o acervo. Ficou visível que o profissional da informação está presente no dia a dia da escola, nas atividades de ensino, pesquisa, recreação e fundamentalmente no desenvolvimento de hábitos como leitura, interpretação, criatividade, enfim de conhecimentos gerais.
        Buscamos com esta experiência a abertura de campo de atuação para profissionais de Biblioteconomia, pois, fazendo estes projetos e desenvolvendo as várias atividades em uma biblioteca escolar, comprova-se sua real importância, passando então ser necessidade primordial aos próprios membros da escola: professores, coordenadores, funcionários, pais e alunos, os quais então passarão a requerer este espaço educacional.
        Hoje, no andamento deste projeto, contamos com a colaboração de uma estagiária do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Santa Catarina, através da qual foi possível mostrar àquela comunidade escolar o real valor de um profissional em Biblioteconomia na prática que envolve as Bibliotecas Escolares, tais como a participação do bibliotecário nas diversas atividades do processo didático-pedagógico, tais como:  atividades de incentivo à leitura, auxilio nas pesquisas, exposições comemorativas de datas importantes, entre outras.
        Dentro do espaço da biblioteca, nos poucos meses de funcionamento, percebemos a grande evolução pela busca da leitura, pelo interesse dos alunos e seus pais, que passaram a se fazer presentes na biblioteca, mesmo por poucos instantes na entrada, no recreio e na saída das crianças. Hoje, um dos momentos mais intensos de procura pela Biblioteca é na hora do recreio, onde as crianças trocam as brincadeiras no parque para ir a Biblioteca. Percebe-se, claramente, a busca da integração dos professores com a estagiária, na procura pelas atividades de leitura e recreação com as turmas, bem como, a solicitação de visita orientadas das turmas na biblioteca.
         As Escolas de Biblioteconomia deveriam trabalhar e buscar constantemente o trabalho em parcerias com os diversos tipos de bibliotecas e em especial com as escolares, para tornar possível que os futuros profissionais conheçam as atividades e a realidade das bibliotecas escolares. Além disso, estariam colaborando para a valorização e fortalecimento da Biblioteca Escolar, mostrando que a biblioteca na escola pode colaborar nas atividades de ensino-aprendizagem, transformando os seus alunos em cidadãos críticos e criativos, além de leitores natos.
 

5 FONTES BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, Araci Isaltina de, BLATTMANN, Ursula. Atividades de incentivo a leitura em bibliotecas escolares: relato de um projeto. In: Disponível em:  http://www.seict.facepe.pe.gov.br/jornada/leitura.htm

CALIXTO, José Antônio. Biblioteca pública versus biblioteca escolar: uma proposta de mudança. Cadernos BAD, Lisboa, n. 3, p.57-67, 1994.

DELORS, Jacques. Educação : um tesouro a descobrir. 2.ed. São Paulo : Cortez ; Brasília : MEC : UNESCO, 1999. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre educação para o século XXI.

FREITAS, Maria Terezinha Neves et al. Educação pela leitura: uma experiência. Perspectiva, Florianópolis, v. 3, n.7, p. 26-40, jun./dez. 1986.

MAYRINK, Paulo Tarcísio. Diretrizes para a formação de coleções de bibliotecas escolares. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 16., 1991, Salvador. Anais... Salvador: Associação Profissional dos Bibliotecários do estado da Bahia, 1991. 2 v., v. 1, p. 304-314.

OLIVEIRA, Maria Cleia Filogonio de Oliveira. A função da biblioteca escolar. Cadernos do CED, Florianópolis, v.4, n. 10, p.81-86, jul./dez. 1987.

QUINHÕES, Maura Esandola Tavares. Biblioteca Escolar: sua importância e seu espaço no sistema educacional do Estado do Rio de Janeiro. In: JORNADA NORTE/NORDESTE DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 2., SEMINÁRIO NORTE/NORDESTE DE BIBLIOTECAS ESCOLARES, 1., 1998, Recife, PE. Disponível em:
http://www.seict.facepe.pe.gov.br/jornada

RIBEIRO, Maria Solange Pereira. Desenvolvimento de coleção na biblioteca escolar: uma contribuição a formação crítica sócio-cultural do educando. Transinformação, Campinas, v. 6, n.1/3, jan./dez.1994

SANCHES NETO, Miguel. Desordenar uma biblioteca: comércio & industria da leitura na escola. Revista Literária Blau, Porto Alegre, v. 4, n. 20, p. 20-24, mar. 1998.

SILVEIRA, Itália Maria Falceta da. Ensinar a pensar: uma atividade da biblioteca escolar. R. Bibliotecon. & Comum., Porto Alegre, v.7, p. 9-30, jan./dez. 1996.

SOUZA, Luciane Brigida. Relatório do estágio supervisionado em biblioteconomia. Florianópolis, 1996. Relatório final apresentado à disciplina de Estágio Supervisionado em Biblioteconomia, do curso de Biblioteconomia, da Universidade Federal de Santa Catarina.

STUMPF, Ida Regina Chitto. Funções da biblioteca escolar. Cadernos do CED, Florianópolis, v. 4, n.10, p. 67-80, jul./dez. 1987.

VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1995.