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A disciplina
. Programa. Plano de ensino . Bibliografia |
.... |
Textos e acesso a textos
°
Documentos
para estudo 1 (Declarações da ONU, UNESCO, IFLA e
outros)
° Documentos para estudo 2
(Códigos de Ética de Bibliotecários,
Jornalistas, Assistentes Sociais)/ Lei 4.084/62
------------------------------------------------------------ Sites recomendados ° Bibliotecas e Liberdade Intelectual ° Ethics Links to Librarian and Info Manager ° Ética ° Ética na ciência e na Engenharia ° Unesco: Congressos Infoética ------------------------------------------------------------ ° Livro: "Ética e Deontologia em Profissões da Informação" a) sumário b) texto completo (em rtf) ----------------------------------------------------------- |
... |
Ensino
° ABECIN ° ANCIB
Entidades profissionais ° FEBAB ° ALA ° CFB ° CRB-14
Entidades estudantis ° Centro Acadêmico de Biblioteconomia - UFSC ° UNE
Organismos internacionais ° UNESCO |

Página atualizada em maio de 2002 - por
Francisco das Chagas de Souza
Colaboração: Cecília S. Machado - CIN/UFSC

Livro: "Ética
e Deontologia em Profissões da Informação"
FRANCISCO DAS CHAGAS DE SOUZA
SUMÁRIO
1. PROFISSÕES DA INFORMAÇÃO – seu caráter e âmbito de atuação
2. ÉTICA
2.1. Razões para ser ético e agir
eticamente
- Ser
- Viver
- Conviver
- Obrigar-se
2.2. Tolerância
2.3. O viés pragmático
3. DEONTOLOGIA
3.1. O recorte profissionalista sobre o ser e
o agir humanos
3.2. Modernidade e atribuição do dever
3.3. A explicação deontológica
3.3.1. Conceitos
3.3.2. Significados práticos
3.4. Problemas Deontológicas
- consciência
- liberdade
- autoridade
- sobrevivência material
- convivência
- igualdade
- fraternidade
4. DIREITOS DA PESSOA USUÁRIA DOS SERVIÇOS
PRESTADOS POR PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO
4.1. As bibliotecas e a liberdade intelectual
4.2. Direitos da pessoa usuária dos serviços
prestados por profissionais da informação
4.2.1. Direito humano de crescer
intelectualmente sem limites
4.2.2. Direito humano de conhecer, ter acesso
e ser informado sobre toda a informação
4.2.3. Direito humano de ser capacitado para
a localização de toda a informação
4.2.4. Direito humano de ter acesso e dispor
do patrimônio universal de conhecimento registrado
4.2.5. Direito humano ao atendimento pleno,
independentemente de limitação de liberdade, limitação física, psicológica
e outras
5. DIREITOS DAS PESSOAS PORTADORAS DE UMA
PROFISSÃO DA INFORMAÇÃO
5.1. Direito de defender os direitos e
liberdades da pessoa usuária dos serviços de informação
5.2. Direito à liberdade de pensamento
5.3. Direito à criação teórica
5.4. Direito de defender as suas profissões
BIBLIOGRAFIA

Declarações da ONU, UNESCO e outros
. Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
. Declaração Universal dos Direitos do Homem
. Declaración sobre el Progreso y el Desarrollo en lo social
. Declaração de Princípios sobre a tolerância
. Declaração dos Direitos da Criança
. Declaración de los Derechos del Retrasado Mental
. Declaración de los Derechos de los impedidos
. Declaración sobre los Derechos humanos de los individuos que no son nacionales del país en que viven
. Declaración de las Naciones Unidas sobre la eliminación de todas las formas de discriminación racial
. Declaración sobre la eliminación de la discriminación contra la mujer
. Declaración sobre la eliminación de la violencia contra la mujer
. Declaración de los principios de la cooperación cultural internacional
. Declaración sobre la raza y los prejuicios raciales
. Manifesto da Unesco sobre Bibliotecas Públicas
. Manifiesto de la biblioteca escolar (UNESCO/IFLA)
. Declaración de la IFLA sobre las bibliotecas y la libertad intelectual
.
Ética prática (Autor: Peter Singer) Editora Martins Fontes, 1993. 399 p.
(somente impresso)

Códigos de Ética de Vários países (Bibliotecários, Jornalistas, Assistentes Sociais), Lei 4.084/62
. Código
de Ética dos Bibliotecários Americanos
. Anteproyecto
del Código de Ética del Profesional Bibliotecario - Argentina
. Código
de Ética dos Bibliotecários Australianos
. Código
de Ética dos Bibliotecários Canadenses
. Código de
Ética dos Bibliotecários Chilenos
. Código
de Ética dos Bibliotecários da Eslovênia
. Código
de Ética dos Bibliotecários de Israel
. Código
de Ética dos Bibliotecários Japoneses
. Código de
Ética dos Bibliotecários Mexicanos
. Código
de Ética dos Bibliotecários da Nova Zelândia
.
Código de Ética dos Bibliotecários do Reino Unido (Inglaterra)
. Código
de Ética dos Bibliotecários do Sri Lanka
. Código
de Ética dos Bibliotecários Suecos
. Código
de Ética dos Arquivistas Americanos
. Código
de Ética dos Bibliotecários Brasileiros
.
CÓDIGO
DE ÉTICA DOS JORNALISTAS BRASILEIROS
. CÓDIGO
DEONTOLÓGICO DO JORNALISTA - PORTUGAL (1976)
. CÓDIGO
DEONTOLÓGICO DO JORNALISTA - PORTUGAL (4-05-1993)
. CODE
DE DÉONTOLOGIE EN SERVICE SOCIAL
. Lei
4084/62
- Sobre o exercício profissional da profissão de Bibliotecário

1 - IDENTIFICAÇÃO
DISCIPLINA : CIN5330 - DIREITOS E DEVERES DO BIBLIOTECÁRIO
NO BRASIL
CARGA HORÁRIA : 36 h/aula semestrais - 2 h/aula semanais
- OPTATIVA
PRÉ-REQUISITO : BDC5335 - INFORMAÇÃO APLICADA À
BIBLIOTECONOMIA
EMENTA: Legislação da profissão. Código de Ética Profissional. Entidades de Classes
2 - OBJETIVOS
2.1 - Identificar os direitos e deveres do profissional
bibliotecário a partir da legislação vigente;
2.2 - Discutir os direitos e deveres do profissional
bibliotecário dentro da realidade do mercado de informação no Brasil.
3 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
3.1 - O bibliotecário como profissional da informação
3.2 - A ética profissional do bibliotecário;
3.2.1 - Ética;
3.2.2 - Ética profissional;
3.2.2.1 - Código de ética do bibliotecário;
3.3 - Legislação profissional do bibliotecário;
3.3.1 - Legislação básica e regulamentação da profissão;
3.3.2 - Organização de fiscalização: Conselho Federal de
biblioteconomia e Conselhos Regionais.
3.4 - Órgãos de classe: FEBAB , ACB, ABEBD e ANCIB
BIBLIOGRAFIA
ALMEIDA JR., Oswaldo Francisco de. Sociedade e biblioteconomia. São Paulo: Polis; APB, 1997.
BERGER, Peter I. Maquiavelismo sociológico e ética (ou: como adquirir escrúpulos e continuar a trapacear. In: ____. Perspectivas sociológicas; uma visão humanística. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1994. Parte 7, p. 167-180.
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BIBLIOTECÁRIO e técnico em biblioteconomia: legislação.
[s.l.], [s.n.], [1999?].74 p.
BUTLER, Pierce. Introdução à ciência da
biblioteconomia. Rio de Janeiro: Lidador, 1971.
CARPEAUX,Oto Maria. Reflexões sobre a situação atual e futura do bibliotecário no Brasil. In: FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. São Paulo: Pioneira, 1992.p. 132-136.
CASTRO, César. História da biblioteconomia brasileira. Brasília: Thesaurus, 2000.
ECO, Umberto. Quando o outro entra em cena nasce a ética. In: ECO, Umberto; MARTINI, Carlo Maria. Em que crêem os que não crêem. Rio de Janeiro: Record, 2000.p. 79-90.
FOUREZ, Gérard. Ética
idealista e ética histórica. In: FOUREZ, Gérard.A construção das ciências;
introdução à filosofia e à ética das ciências.São Paulo: Ed. UNESP,
1995.cap. 12, p. 263-295.
FREIDSON,Eliot. Para uma análise comparada das profissões: a institucionalização do discurso e do conhecimento formais. R. Bras. de Ciências Sociais, São Paulo, v. 11, n. 31, p. 141-154, jun. 1996.
FREIDSON,Eliot. Renascimento do profissionalismo; teoria, profecia e política. São Paulo: Ed. UFSC, 1998.
GIANOTTI, José Arthur. Moralidade pública e moralidade privada. In: NOVAES, Adauto (Org.).Ética.São Paulo: Companhia das Letras; Secretaria Municipal de Cultura, 1992.p. 149-162.
GUIMARÃES, José Augusto Chaves. A legislação profissional do bibliotecário brasileiro. Ensaios APB, São Paulo,n. 32, p. 1-10, jul. 1996.
JARAUSCH, Konrad H. Abogados, maestros y ingenieros: algunas
reflexiones sobre la transformación de la bilgunsbürgerten alemana: 1900-1950.
R. de Educación (Extraordinário), p. 239-257, 1990.
LAFER, Celso. A mentira: um capítulo das relações entre a ética e a política.In: NOVAES, Adauto (Org.).Ética.São Paulo: Companhia das Letras; Secretaria Municipal de Cultura, 1992.p. 225-237.
LASTÓRIA, Luiz A. C. Nabuco. Ética, comportamento moral e cidadania. Impulso, R. Ciências. Sociais e Humanas da UNIMEP, Piracicaba, v. 7, n. 14, p. 147-154, 1994.
LIMA, Justino Alves de. As entidades da biblioteconomia: uma tentativa de globalização e uma iniciativa de intervenção política. Ensaios APB, São Paulo, n. 44, p. 1-9, jul. 1997.
LIMA, Raimundo Martins de. A construção social da biblioteconomia no Brasil; a dimensão político-pedagógica do fazer bibliotecário. Manaus: Ed. Universidade do Amazonas, 1999.
MARINHO, Marcelo Jacques M. da Cunha. Profissionalização e credenciamento; a política das profissões. Rio de Janeiro: SENAI, 1986.
MARTINS,Geraldo M.
Credencialismo, corporativismo e avaliação da universidade. In:
DURHAN, Eunice R.; SCHWARTZMAN, Simon. Avaliação
do ensino superior. São Paulo: Ed. USP, 1992. p. 167-196.
MCGARRY, KevinJ. Informação e transformação social.In: ____. Da documentação à informação. Porto: Presença, 1984. Parte 5.
MOORE, George Edward. Principia ethica [1903].São Paulo: Ícone, 1998.
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PROFISSÃO. In: POLIS - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado. Lisboa: Verbo, 1986. v. 4, c. 1586-1594.
ROUANET, Sérgio Paulo. Dilemas da moral iluminista.In: NOVAES, Adauto (Org.).Ética.São Paulo: Companhia das Letras; Secretaria Municipal de Cultura, 1992.p. 149-162.
SOCIEDADE. In: POLIS - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado. Lisboa: Verbo, 1986. v. 5, c. 908-917.
SOUZA, Francisco das Chagas de. Acerca de paradigmas ou da cidadania. BIBLOS: R. do Depart. de Biblioteconomia e História da FURG, Rio Grande, v. 7, p. 291-298, 1995.
SOUZA, Francisco das Chagas de. O bibliotecário brasileiro e seu humanismo. Ensaios APB, São Paulo, n. 38, p. 1-11, jan. 1997.
SOUZA, Francisco das Chagas de. Ação biblioteconômica. In: ____. Biblioteconomia, educação e sociedade.Florianópolis: Ed. UFSC, 1993. parte 2.
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SOUZA, Francisco das Chagas de. Educação superior, sociedade e formação de bibliotecários. In: SEMINÁRIO BIBLIOTECA, INFORMAÇÃO E SOCIEDADE NO NOVO MILÊNIO, Ijuí, 11-13 ago. 1999. Anais. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2000. p. 46-74.
SOUZA, Francisco das Chagas de. O ensino de biblioteconomia no contexto brasileiro.Florianópolis: Ed. UFSC, 1990.
SOUZA, Francisco das Chagas de. Organização de classe como forma de intervenção política; um olhar em torno da profissão bibliotecária no Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (18., São Luís, 1997).
SOUZA, Francisco das Chagas de. Organização do conhecimento na sociedade.Florianópolis: UFSC-CED_Núcleo de Publicações, 1998.
VALENTIM, Marta Lígia Pomim (Org.).O profissional da informação; formação, perfil e atuação profissional. São Paulo: Polis, 2000.

UFSC - CED - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO - [CIN]
PLANO DE ENSINO - 2002-1
Disciplina: CIN5330 - Direitos e Deveres do Bibliotecário no Brasil - 36 h/aula semestrais - 2 h/aula semanais - Optativa - Prof. Francisco das Chagas de Souza
EMENTA: Legislação da profissão. Código de Ética Profissional. Entidades de Classes.
CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
21/05 - A disciplina, seu conteúdo e a relação deste com o conteúdo do Curso de Biblioteconomia e com a área profissional. Temas para as monografias.
28/05 - Sociedade e comunidade
04/06 - Direito como criação social
04/06 - Entrega de resenha do texto: BERGER, Peter I.; LUCKMANN, Thomas. A sociedade como realidade objetiva - Institucionalização. ____. A construção social da realidade; tratado de Sociologia do conhecimento. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1985.Parte 2 -p. 69-126.
11/06 - Profissão como criação social
18/06
- Avaliação Escrita 1
25/06 - Discussão da avaliação 1
25/06 - Entrega de resenha do texto: BERTHOLINO, Maria Luiza Fernandes; CURTY, Marlene Gonçalves; TERRA, Marisa C.Os profissionais da informação, suas atribuições e seus títulos: o que faremos e como seremos chamados no futuro? In: RAMOS, Maria Etelvina Madalozzo (Org.). Tecnologia e novas formas de gestão em bibliotecas universitárias. Ponta Grossa: UEPG, 1998. p. 211-223.
02/07 - Regulação profissional - Direitos / Deveres: Ética geral e ética profissional
09/07 - Profissão de bibliotecário
09/07 - Entrega de resenha do texto: FREIDSON,Eliot. Para uma análise comparada das profissões: a institucionalização do discurso e do conhecimento formais. R. Bras. de Ciências Sociais, São Paulo, v. 11, n. 31, p. 141-154, jun. 1996.
16/07 - Formação em biblioteconomia - origem / evolução
23/07 - Entrega de resenha do texto: LIMA, Justino Alves de. As entidades da biblioteconomia: uma tentativa de globalização e uma iniciativa de intervenção política. Ensaios APB, São Paulo, n. 44, p. 1-9, jul. 1997.
23/07 e 30/07 - Entidades profissionais: Conselhos profissionais na Bibliteconomia (CFB / CRBs)
06/08 e 13/08 - Entidades profissionais: Federações e Associaçães de Bibliotecários
20/08 - Entrega de resenha do texto: SOUZA, Francisco das Chagas de. Ação biblioteconômica. In: ____. Biblioteconomia, educação e sociedade.Florianópolis: Ed. UFSC, 1993. parte 2.
27/08 - Centros Acadêmicos e entidades estudantis
03/09
- Avaliação Escrita 2
10/09 - Discussão da avaliação 2
METODOLOGIA
- Aulas expositivas e
dialogadas; exposição oral pelos alunos; elaboração de fichas de resumos e
resenhas pelos alunos; elaboração de textos pelos alunos; uso da Internet
(www) pelos alunos para acessar textos e outras informações. Outras formas,
conforme a necessidade.
AVALIAÇÃO
- Instrumentos /e/
valor percentual máximo na nota final, com base no valor da nota máxima alcançada
em cada instrumento
-
Primeira Avaliação Escrita (30%)
-
Segunda Avaliação Escrita (20%)
-
Apresentação de monografias de temas eleitos pelos próprios alunos e
construídos, em grupos (30%)
-
Rol das questões levantadas em sala pelos alunos participantes durante as
aulas, a ser entregue em forma escrita até o início da aula seguinte (10%)
-
Resenha de 5 livros ou artigos indicados pelo professor
(até 2% para cada resenha) - A ENTREGA DAS RESENHAS DEVERÁ DAR-SE NOS PRAZOS INDICADOS NO CRONOGRAMA ACIMA.
OBS.:
1
- usar como orientação, na elaboração da monografia, dentre outros, o livro:
""SOUZA, Francisco das Chagas de. Escrevendo e normalizando trabalhos
acadêmicos; um guia metodológico. 2. ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2001"",
devendo utilizar para a apresentação de referências a NBR 6023, de agosto de
2000.
2
– usar como orientação, na elaboração das
resenhas, o texto:
http://www.angelfire.com/bc/fontini/resenha.html
No
Instrumento AVALIAÇÃO ESCRITA espera-se que o aluno demonstre:
a)
Compreensão e/ou fixação do conteúdo programático = 60%
b)
Uso correto da língua vernácula = 40%
No
Instrumento MONOGRAFIA espera-se que o aluno demonstre:
a)
Capacidade de delimitar a abordagem e alcance do conteúdo do trabalho = 20%
b)
Capacidade de análise, argumentação e síntese do tema = 30%
c)
Capacidade de descobrir, explorar e utilizar bibliografia sobre o tema = 15%
d)
Uso de procedimentos normalizados = 10%
e)
Uso correto da língua vernácula = 15%
f)
Capacidade de construir texto coerente em forma e conteúdo = 10%
No Instrumento RESENHA espera-se que o aluno demonstre:
a) Capacidade de resumir informativamente, de modo adequado, o texto lido = 20%
b) Capacidade de relacionar as idéias do texto lido com o conteúdo geral da disciplina Direitos e Deveres = 10%
c) Capacidade de relacionar as idéias do texto lido com o conteúdo global do Curso de Biblioteconomia = 10%
d) Capacidade de relacionar as idéias do texto lido com as identificadas em outros textos que conhece e faz referência no decorrer da análise = 10%
e) Capacidade de relacionar as idéias do texto lido com experiências pessoais vivenciadas academicamente = 10%
f) Capacidade de redigir adequadamente um texto de resenha = 20%
g) Uso de procedimentos normalizados na elaboração e apresentação da resenha = 10%
h) Uso correto da língua vernácula = 10%
OBS.: As monografias deverão ser entregues entre os dias 06 a 20 de agosto;
DINÂMICA DAS ATIVIDADES
As atividades serão presenciais, na sala de aula definida por ocasião da matrícula na disciplina, ou em outros espaços, conforme a necessidade metodológica.
OBSERVÂNCIA DE PRAZOS
Qualquer trabalho, ficha, etc., entregue após a data estabelecida no plano de ensino receberá nota ZERO.
--------------------------------------------------------------------------------------------
DIREITOS E DEVERES DO ESTUDANTE
Recomenda-se a consulta ao Regulamento dos Cursos de Graduação da UFSC - Resolução 017/CUN/97 em: http://www.reitoria.ufsc.br/preg/arquivos/Resolucao17.rtf

AGUDO, alvaro. Etica en la sociedad de información - parte 1. Infolac: boletin
trimestral del Programa de la Sociedade de la Información para América Latina
y el Caribe, v. 14, n. 4, p. 3-9, oct./dic. 2001.
ALMEIDA JR., Oswaldo Francisco de. Sociedade e
biblioteconomia. São Paulo: Polis; APB, 1997.
BARBOSA,
Maria Lígia. A sociologia das profissões: em torno da legitimidade de um
objeto. BIB, Rio de Janeiro, n. 36, p. 3-30, 2. sem. 1993.
BERGER,
Peter I. Maquiavelismo sociológico e ética (ou: como adquirir escrúpulos e
continuar a trapacear. In: ____. Perspectivas sociológicas; uma visão humanística.
12. ed. Petrópolis: Vozes, 1994. Parte 7, p. 167-180.
BERGER,
Peter I.; LUCKMANN, Thomas. A sociedade como realidade objetiva -
Institucionalização. ____. A construção social da realidade; tratado de
Sociologia do conhecimento. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1985.Parte 2 -p. 69-126.
BERTHOLINO,
Maria Luiza Fernandes; CURTY, Marlene Gonçalves; TERRA, Marisa C.Os
profissionais da informação, suas atribuições e seus títulos: o que faremos
e como seremos chamados no futuro? In: RAMOS, Maria Etelvina Madalozzo (Org.).
Tecnologia e novas formas de gestão em bibliotecas universitárias. Ponta
Grossa: UEPG, 1998. p. 211-223.
BUTLER,
Pierce. Introdução à ciência da biblioteconomia. Rio de Janeiro: Lidador,
1971.
CARPEAUX,Oto
Maria. Reflexões sobre a situação atual e futura do bibliotecário no Brasil.
In: FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. São Paulo:
Pioneira, 1992.p. 132-136.
CASTRO,
César. História da biblioteconomia brasileira. Brasília: Thesaurus, 2000.
ECO,
Umberto. Quando o outro entra em cena nasce a ética. In: ECO, Umberto; MARTINI,
Carlo Maria. Em que crêem os que não crêem. Rio de Janeiro: Record, 2000.p.
79-90. FOUREZ,
Gérard. Ética idealista e ética histórica. In: FOUREZ, Gérard.A construção
das ciências; introdução à filosofia e à ética das ciências.São Paulo:
Ed. UNESP, 1995.cap. 12, p. 263-295. FREIDSON,Eliot.
Para uma análise comparada das profissões: a institucionalização do discurso
e do conhecimento formais. R. Bras. de Ciências Sociais, São Paulo, v. 11, n.
31, p. 141-154, jun. 1996. FREIDSON,Eliot.
Renascimento do profissionalismo; teoria, profecia e política. São Paulo: Ed.
UFSC, 1998. GARCIA,
Joana Coeli R. Bibliotecário: informar tudo a todos? Informação &
Sociedade: estudos, João Pessoa, v. 2, n. 1, p. 78-85, 1992. GIANOTTI,
José Arthur. Moralidade pública e moralidade privada. In: NOVAES, Adauto (Org.).Ética.São
Paulo: Companhia das Letras; Secretaria Municipal de Cultura, 1992.p. 149-162. GUIMARÃES,
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Ensaios APB, São Paulo,n. 32, p. 1-10, jul. 1996. JARAUSCH,
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transformación de la bilgunsbürgerten alemana: 1900-1950. R. de Educación
(Extraordinário), p. 239-257, 1990. KOIKE,
Maria Marieta S. Notas sobre a ética profissional do Assistente Social. Serviço
Social & Sociedade, v. 15, n. 43, p. 143-154, dez. 1993. LAFER,
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Municipal de Cultura, 1992.p. 225-237. LARSON,
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dimensão político-pedagógica do fazer bibliotecário. Manaus: Ed.
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