UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO - CED

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO - CIN

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA - BBD

DISCIPLINA: CIN5213- CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL - CDU – 2001/1

INSTRUÇÃO Nº 1

INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL

(versão preliminar – 03/00)

1 BREVE HISTÓRICO

O físico André Marie Ampère (1775-1836) foi a primeira pessoa a utilizar uma notação decimal como um código para expressar conceitos de classificação documentária. Este código foi popularizado pelo conhecido bibliotecário Melvil Dewey, com sua publicação oficial em 1876. A partir daí, ocorreram inúmeras evoluções e expansões, comprovando-se hoje, como um dos sistemas de classificação mais utilizados internacionalmente – a CLASSIFICAÇÃO DECIMAL DE DEWEY, em sua 21ª edição e em CD-ROM.

Paul Otlet (1869-1944), advogado belga, reconhecido pelo seu trabalho desenvolvido no campo da bibliografia em Ciências Sociais e seu colega, Henri La Fontaine (1854-1943), que trabalhavam em um índice bibliográfico que arrolasse todas as informações publicadas, sob a orientação do Institute International de Bibliographie - IIB (hoje a reconhecida Federação Internacional de Informação e Documentação – FID). Na busca por orientação para desenvolver as entradas dos assuntos, Otlet tomou conhecimento da Classificação Decimal de Dewey, 5ª edição, de 1894, da qual conseguiu um exemplar.

Estudando o sistema, ficou impressionado com a riqueza do material e, escrevendo para Melvil Dewey, obteve autorização para sua tradução para o francês.

Impressionados com a capacidade do sistema, Otlet e La Fontaine perceberam que a taxonomia do conhecimento humano pode ser expresso internacionalmente através dos números, ou seja, quanto mais números decimais utilizar, de forma mais específica pode-se organizar a informação.

O trabalho deixou de ser uma simples tradução, foi recebendo várias inovações, adaptações e complementos, passando de uma simples tradução da Classificação Decimal de Dewey, de um sistema enumerativo, para um novo sistema de classificação que permitem o uso de sínteses, ou seja, a composição de números compostos para indicar assuntos inter-relacionados.

A inclusão de tabelas auxiliares, cujos números poderiam ser utilizados em todas as partes do sistema e que permitiria aos usuários do sistema especificar e direcionar assuntos de forma bem mais especifica, atendendo as necessidades dos usuários. Com isto, Otlet e La Fontaine conseguiram implantar um grau maior de detalhamento na organização dos assuntos.

O resultado deste trabalho, em francês, foi publicado pelo Institute International de Bibliographie – IIB, sediado em Bruxelas - no Palais Mondial, de forma preliminar em 1904 e foi denominada "Manuel du Repertoire Bibliographique Universel" (Manual do Repertório Bibliográfico Universal) e em 1907, surgiu a reimpressão desta edição do Repertório, em forma de catálogo sistemático, sendo hoje a Classificação Decimal Universal - CDU, com aproximadamente 33.000 subdivisões.

2 EVOLUÇÃO DA CDU

Apesar da 1ª Guerra Mundial, os trabalhos de expansão e atualização da CDU continuaram, tendo como grande colaborador Fritz Donker Duyvis, responsável pela profunda revisão e expansão das seções de Ciências e Tecnologia, publicada em 1927, sob o título de Classification Décimale Universelle, contendo 70.000 subdivisões. Esta edição tornou-se o arquivo-mestre do sistema, passando a receber as alterações e correções até 1993.

Uma 3ª edição, a primeira em alemão, foi publicada em 1934, sob a responsabilidade de Carl Walther e continha o dobro da 2ª edição: 140.000 subdivisões.

Muitas outras edições foram, ao longo do tempo, editadas em diversas línguas.

Até 31/12/1991, a FID - Federação Internacional de Informação e Documentação foi o centro administrativo e controlador da CDU. Mas, prevendo uma reestruturação administrativa, financeira e sua expansão, garantindo o futuro do sistema frente ao novo milênio, a FID, juntamente com outras instituições de informação e documentação, ou seja, outros cinco editores da CDU (Bélgica, Espanha, Países Baixos, Reino Unido e Japão), estruturam em 1991 o CONSÓRCIO CDU (UDC Consortium) que, em 01/02/1992 adquirem todos os direitos e responsabilidades civis do sistema e passam administrá-lo.

Como primeira atuação, foi criado um arquivo-mestre de referência – MRF (Master Reference File), com 60.000 entradas. Este arquivo será alimentado, na medida do possível, com a complementação de outras edições desenvolvidas. As correções e expansões da CDU são publicadas através do boletim Extensions and Corrections to the UDC, editados anualmente.

A língua oficial do Consórcio CDU é a inglesa e as correções e expansões são aceitas na língua oficial, na francesa e alemã.

O atual arquivo-mestre de referência é em inglês e será traduzido, na medida do possível, para o francês e alemão. Futuramente pretende-se traduzir para todas as línguas de sua várias edições.

Segundo o Bibliographical Survey of UDC editions (FID publicationss 573, The Hague, 1982), são 23 línguas arroladas em várias edições: especiais, abreviadas, médias e desenvolvidas.
 
 

3 EDIÇÕES

A CDU vem sendo divulgada através dos seguintes tipos de edições: desenvolvidas, médias, abreviadas, condensadas e especiais, conforme a necessidade da classificação nas bibliotecas, centros de informações e instituições.

No histórico da CDU, identificou-se as seguintes edições, das quais muitas outras foram derivadas.

3.1 Edições desenvolvidas

A primeira edição internacional foi a edição desenvolvida, intitulada "Manuel du Repertoire Bibliographique Universel", em idioma francês, em 1904.

A segunda edição, publicada pelo Instituto Internacional de Bibliografia, em francês, recebeu o nome de "Classification Decimale Universelle", em 1927.

A terceira edição, em idioma alemão, sob o titulo "Dezimalklassifikation", é a edição desenvolvida mais completa, em 1934.

Outras edições desenvolvidas foram publicadas nos seguintes idiomas:

inglês – 4a edição; francês – 5a edição; japonês – 6a edição;

espanhol – 7 edição; alemão – 8a edição; português – 9 edição.

Existem as seguintes classes de edição desenvolvida em português: 0, 1, 2, 3/308, 32, 347, 37, 39, 502, 55, 8, 61, 7, atendendo às necessidades e condições de cada época.

3.2 Edições médias

Há publicações das edições médias em alemão, francês, russo, japonês, italiano, polonês e português.

A primeira edição média em português foi publicada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT, em 1976. A segunda edição, em 1987.

E, em 1997, o IBICT publicou a Edição-padrão Internacional em Língua Portuguesa – Tabelas Sistemáticas – Parte 1. Em 1999, publicou o Índice – Parte 2 da Edição-padrão Internacional em Língua Portuguesa.

3.3 Edições abreviadas

Existem edições abreviadas em quase todos os idiomas, sendo que a edição em língua portuguesa foi publicada em Portugal pelo Centro de Documentação Científica do Instituto de Alta Cultura e pelo então Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação - IBBD, hoje o IBICT.

É importante destacar a edição abreviada trilingüe - 1958, em alemão, inglês e francês, acompanhada dos respectivos índices.

3.4 Edições condensadas

Uma edição condensada foi publicada em 1967, em francês, ocupando somente 50 páginas.

3.5 Edições especiais

A FID determinou as edições especiais para uso de especialistas de determinadas áreas, servindo de apoio ao desenvolvimento do conhecimento mundial.
 

4 CDU NO BRASIL: quadro evolutivo

 5 ESTRUTURA E NOTAÇÃO

A Classificação Decimal Universal – CDU, apresenta-se em dois volumes: Parte 1 – Tabela Sistemática e Parte 2 – Índice Alfabético. A Tabela sistemática, por sua vez, subdivide-se em outras duas tabelas: a tabela principal e as tabelas auxiliares, as quais exemplificam os elementos enumerativos e analíticos-sintéticos em todas as classes do sistema da CDU. Faz uso de números arábicos que, após pesquisados, passam a formar a notação que é o código (valor numérico) que representa os conceitos na classificação e expressa sua ordenação.

5.1 Tabela principal

A tabela principal é igualmente identificada como notação primária. A base da CDU é constituída por nove classes específicas e uma classe geral, seguindo o mesmo esquema da Classificação Decimal de Dewey - CDD, diferenciando-se na supressão de dois zeros à direita, portanto, apresenta-se somente com um algarismo arábico e na classe 4 – Lingüística, que foi incorporada na classe 8 – Literatura (em 1963), deixando então, a classe 4 vaga para futuras expansões.

A CDU apresenta as seguintes classes principais:
 
Edição de 1987
Edição de 1997
Classe
Descrição
Classe
Descrição
0
Generalidades. Ciência e Conhecimento. Organização. Informação. Documentação. Biblioteconomia. Instituições. Publicações.
0
Generalidades. Ciência e Conhecimento. Organização. Informação. Documentação. Biblioteconomia. Instituições. Publicações.
1
Filosofia. Psicologia.
1
Filosofia. Psicologia.
2
Religião. Teologia.
2
Religião. Teologia. 

21 Teologia natural. Teodicéia. De Deo. Teologia racional. Filosofia religiosa.

3
Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia. Comércio. Direito. Administração Pública. Forças Armadas. Assistência Social. Seguro. Educação. Folclore. 

30 Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia

3
Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia. Comércio. Direito. Administração e Governo. Assuntos Militares. Assistência Social. Seguro. Educação. Folclore. 

30 Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia

4
Vaga
4
Vaga
5
Matemática e Ciências Naturais.
5
Matemática, Ciências Naturais.
6
Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia. 

61 Ciências Médicas

6
Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia. 

60 Questões gerais das ciências aplicadas. 

61 Ciências médicas

7
Arte. Belas Artes. Recreação. Diversões. Esportes.
7
Artes. Recreação. Diversões. Esportes.
8
Linguagem. Lingüística. Literatura.
8
Língua. Lingüística. Literatura. 

80 Questões gerais relativas à lingüística e à literatura. Filologia

9
Geografia. Biografia. História.
9
Geografia. Biografia. História.
Cada classe principal, por sua vez, subdivide-se em dez subclasses, abordando conceitos mais específicos, interligados à classe principal a qual está subordinado.

Apresenta-se a seguir o exemplo da classe 3, comparando as edições:
 
Edição de 1987
Edição de 1997
Classe
Descrição
Classe
Descrição
3
Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia. Comércio. Direito. Administração Pública. Forças Armadas. Assistência Social. Seguro. Educação. Folclore.
3
Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia. Comércio. Direito. Administração e Governo. Assuntos Militares. Assistência Social. Seguro. Educação. Folclore.
30
Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia.
30
Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia.
31
Demografia. Sociologia. Estatística.
31
Demografia. Sociologia. Estatística.
32
Política.
32
Política.
33
Economia. Ciência econômica.
33
Economia. Ciência econômica.
34
Direito. Jurisprudência.
34
Direito. Jurisprudência.
35
Administração Pública. Governo. Assuntos Militares.
35
Administração Pública. Governo. Assuntos Militares.
36
Assistência Social. Previdência Social. Seguridade Social.
36
Atenção às necessidades materiais e mentais da vida. Incluindo: Serviço social. Assistência social. Habitação. Seguros.
37
Educação. Ensino. Instrução. Lazer.
37
Educação. Ensino. Instrução. Lazer.
389
Metrologia. Pesos e Medidas
38
Vaga (389 transferido para 006.9) 
39
Etnologia. Etnografia. Costumes. Modas. Tradições. Modo de Vida. Folclore.
39
Etnologia. Etnografia. Costumes. Usos. Tradições. Modo de Vida. Folclore.
Cada subclasse é uma divisão lógica da classe principal, identificado sempre pela igualdade no primeiro dígito com relação à classe principal (3 – seguido do 30; seguido do 31). Por sua vez, estas mesmas subclasses podem ser subdivididas novamente em 10 subclasses, utilizando agora três algarismos, como exemplo à seguir:
 
Edição de 1987
Edição de 1997
Classe
Descrição
Classe
Descrição
36
Assistência Social. Previdência Social. Seguridade Social.
36
Atenção às necessidades materiais e mentais da vida. Incluindo: Serviço social. Assistência social. Habitação. Seguros.
364
Problemas sociais que requerem auxílio e assistência. Tipos de serviço de assistência.
364
Problemas sociais que requerem auxílio e assistência. Tipos de serviço de assistência.
365
Anseio pela casa própria e sua satisfação. Segurança da habitação.
365
Anseio pela casa própria e sua satisfação. Segurança da habitação.
366
Vaga
366
Defesa do consumidor
367
Vaga
367
Vaga
368
Seguro. Provisão comunitária através da participação nos riscos.
368
Seguro. Precaução comunitária mediante repartição dos riscos.
369
Vaga
369
Seguro social. Seguridade social.
Assim, os assuntos são subdivididos, sucessivamente, tornando-se cada vez mais específicos, ou seja, quanto maior a extensão dos números de classificação, maior é o detalhamento da informação. Por exemplo:
 
Edição de 1987
Edição de 1997
Classe
Descrição
Classe
Descrição
368
Seguro. Provisão comunitária através da participação nos riscos.
368
Seguro. Precaução comunitária mediante repartição dos riscos.
  (083.41) Estatística de risco de acidente 
Auxiliares comuns e especiais 
368-05 extraída da Tabela Ik –05 Pessoas
   
368.01
Teoria, princípios científicos do seguro. Teoria atuarial.
368.01
Teoria, princípios científicos do seguro. Teoria atuarial.
368.02
Técnica e métodos de seguro.
368.02
Técnica e métodos de seguro.
368.03
Tipos de firmas, empresas de seguro.
368.03
Tipos de firmas, companhias, empresas de seguro.
368.04
Seguro voluntário e compulsório.
368.04
Seguro voluntário e compulsório. Falta de seguro.
368.06
Medicina no seguro. Controle. Abusos.
368.06
Vago
368.07
Estrutura administrativa. Órgãos da administração.
368.07
Estrutura administrativa. Órgãos de administração
368.08
Pessoal administrativo
368.08
Pessoal admionistrativo
368.092
Pseudo-Seguro. Quase-seguro.    
368.095
Adiantamentos em dinheiro por conta das apólices    
368.1
Seguro de coisas materiais em geral. Seguro de objetos. Seguro da propriedade. Seguro de bens. Seguro contra perdas e danos.
368.1
Seguro de coisas materiais em geral. Seguro de objetos. Seguro da propriedade. Seguro de mercadorias. Seguro contra perdas e danos.
368.2
Seguro de transporte
368.2
Seguro de transporte
368.3
Seguro relativo à pessoa do segurado. Seguro de vida. Seguro individual, pessoal. Seguro total individual.
368.3
Vago
368.4
Seguro social. Previd~encia social em geral. Seguridade social.
368.4
Vago
368.5
Seguro agrícola.
368.5
Seguro agrícola.
368.8
Seguro da riqueza, dos bens. Seguro de imponderáveis. Seguro contra perdas financeiras. Seguro de riscos exclusivos. Vários outros tipos de seguro.
368.8
Seguro da riqueza, dos bens. Seguro de imponderáveis. Seguro contra perdas financeiras. Seguro de riscos exclusivos. Vários outros tipos de seguro.
368.9
Vago
368.9
Seguro privado para pessoas físicas
Os números de classificação são frações decimais, portanto, seguem casas consectivas, obedecendo uma estrutura hierárquica, ou seja, as tabelas são divididas hierarquicamente, tanto na parte numérica como na parte conceitual. Partem do geral (da classe principal) para o específico (as subclasses), conforme a figura no anexo 1.

Observando a CDU, a pontuação de suas notações diferem com relação à CDD (que coloca apenas um ponto após o terceiro dígito), a CDU acrescenta um ponto a cada grupo de três dígitos para facilitar a leitura, não tendo, portanto, valor classificatório.
 

 5.2 Tabelas auxiliares

As tabelas auxiliares apresentam-se em duas divisões: os sinais e as subdivisões auxiliares. O uso destas tabelas permitem, além dos números simples, a construção de números compostos e sínteses.

Os números simples são qualquer número extraído da tabela principal ou auxiliar e citado isoladamente. Por exemplo: Brasil (81) ou Mineração 622.

Os números compostos são os criados por síntese, ou seja, a composição feita com números extraídos de mais de uma parte da tabela (principal ou auxiliar), que juntos formam uma notação de assunto. Por exemplo: Mineração no Brasil 622(81) ou Mineração e Metalúrgica 622 + 669.

5.2.1 Sinais

Os sinais, apresentados nas Tabela Ia – Coordenação e Extensão e Tabela Ib – Relação, Subagrupamento e Ordenação são em número de cinco:
 

Os sinais permitem a composição de números, atingindo um grau maior de especificidade e de recuperação de assuntos. Serão vistos um a um na instrução 2.

5.2.2 Subdivisões Auxiliares

As subdivisões auxiliares subdividem-se em Auxiliares Comuns e Auxiliares Especiais, analisados a seguir.

a) Auxiliares comuns: possibilitam o inter-relacionamento entre assuntos e indicam características repetitivas, ou seja, aquelas que são aplicadas em todas as classes principais. São eles: Auxiliar Comum de Língua, de Forma, de Lugar, de Raça, de Tempo, de Ponto de Vista, de Materiais e de Pessoas e, serão estudados um a um a partir da instrução 5. Incluem-se, também, o asterisco e as extensões alfabéticas, que serão estudados um a um a partir da instrução 3.

b) Auxiliares especiais: indicam características que se repetem em determinados lugares da tabela, isto é, aqueles que são aplicáveis a um número limitado da tabela, cuja classe principal a qual está subordinada autorize sua utilização. São eles: Auxiliares Especiais de Ponto Zero, Hífen, Apóstrofo e serão estudados um a um na instrução 4.

Em resumo, a CDU utiliza, na composição da sua notação, números decimais, sinais, símbolos, letras ou palavras, portanto, é uma notação mista.

O leiaute da CDU pode ser observado no anexo 2, onde pode-se observar sua estrutura de apresentação e as notas remissivas. Aparecem, também, outros símbolos identificados a seguir:
 

Aulas Instrução 1, Instrução 2, Instrução 3, Instrução 4, Instrução 5
Revisão da Instrução 1 (exercícios de fixação) e Gabaritos Instrução 1 Instrução 4


Ursula Blattmann - ursula@ced.ufsc.br


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    Última atualização realizada em 18 de março 2001.