Paul Otlet (1869-1944), advogado belga, reconhecido pelo seu trabalho desenvolvido no campo da bibliografia em Ciências Sociais e seu colega, Henri La Fontaine (1854-1943), que trabalhavam em um índice bibliográfico que arrolasse todas as informações publicadas, sob a orientação do Institute International de Bibliographie - IIB (hoje a reconhecida Federação Internacional de Informação e Documentação – FID). Na busca por orientação para desenvolver as entradas dos assuntos, Otlet tomou conhecimento da Classificação Decimal de Dewey, 5ª edição, de 1894, da qual conseguiu um exemplar.
Estudando o sistema, ficou impressionado com a riqueza do material e, escrevendo para Melvil Dewey, obteve autorização para sua tradução para o francês.
Impressionados com a capacidade do sistema, Otlet e La Fontaine perceberam que a taxonomia do conhecimento humano pode ser expresso internacionalmente através dos números, ou seja, quanto mais números decimais utilizar, de forma mais específica pode-se organizar a informação.
O trabalho deixou de ser uma simples tradução, foi recebendo várias inovações, adaptações e complementos, passando de uma simples tradução da Classificação Decimal de Dewey, de um sistema enumerativo, para um novo sistema de classificação que permitem o uso de sínteses, ou seja, a composição de números compostos para indicar assuntos inter-relacionados.
A inclusão de tabelas auxiliares, cujos números poderiam ser utilizados em todas as partes do sistema e que permitiria aos usuários do sistema especificar e direcionar assuntos de forma bem mais especifica, atendendo as necessidades dos usuários. Com isto, Otlet e La Fontaine conseguiram implantar um grau maior de detalhamento na organização dos assuntos.
O resultado deste trabalho, em francês, foi publicado pelo Institute International de Bibliographie – IIB, sediado em Bruxelas - no Palais Mondial, de forma preliminar em 1904 e foi denominada "Manuel du Repertoire Bibliographique Universel" (Manual do Repertório Bibliográfico Universal) e em 1907, surgiu a reimpressão desta edição do Repertório, em forma de catálogo sistemático, sendo hoje a Classificação Decimal Universal - CDU, com aproximadamente 33.000 subdivisões.
Uma 3ª edição, a primeira em alemão, foi publicada em 1934, sob a responsabilidade de Carl Walther e continha o dobro da 2ª edição: 140.000 subdivisões.
Muitas outras edições foram, ao longo do tempo, editadas em diversas línguas.
Até 31/12/1991, a FID - Federação Internacional de Informação e Documentação foi o centro administrativo e controlador da CDU. Mas, prevendo uma reestruturação administrativa, financeira e sua expansão, garantindo o futuro do sistema frente ao novo milênio, a FID, juntamente com outras instituições de informação e documentação, ou seja, outros cinco editores da CDU (Bélgica, Espanha, Países Baixos, Reino Unido e Japão), estruturam em 1991 o CONSÓRCIO CDU (UDC Consortium) que, em 01/02/1992 adquirem todos os direitos e responsabilidades civis do sistema e passam administrá-lo.
Como primeira atuação, foi criado um arquivo-mestre de referência – MRF (Master Reference File), com 60.000 entradas. Este arquivo será alimentado, na medida do possível, com a complementação de outras edições desenvolvidas. As correções e expansões da CDU são publicadas através do boletim Extensions and Corrections to the UDC, editados anualmente.
A língua oficial do Consórcio CDU é a inglesa e as correções e expansões são aceitas na língua oficial, na francesa e alemã.
O atual arquivo-mestre de referência é em inglês e será traduzido, na medida do possível, para o francês e alemão. Futuramente pretende-se traduzir para todas as línguas de sua várias edições.
Segundo o Bibliographical Survey of UDC editions (FID publicationss
573, The Hague, 1982), são 23 línguas arroladas em várias
edições: especiais, abreviadas, médias e desenvolvidas.
No histórico da CDU, identificou-se as seguintes edições, das quais muitas outras foram derivadas.
3.1 Edições desenvolvidas
A primeira edição internacional foi a edição desenvolvida, intitulada "Manuel du Repertoire Bibliographique Universel", em idioma francês, em 1904.
A segunda edição, publicada pelo Instituto Internacional de Bibliografia, em francês, recebeu o nome de "Classification Decimale Universelle", em 1927.
A terceira edição, em idioma alemão, sob o titulo "Dezimalklassifikation", é a edição desenvolvida mais completa, em 1934.
Outras edições desenvolvidas foram publicadas nos seguintes idiomas:
espanhol – 7 edição; alemão – 8a edição; português – 9 edição.
3.2 Edições médias
Há publicações das edições médias em alemão, francês, russo, japonês, italiano, polonês e português.
A primeira edição média em português foi publicada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT, em 1976. A segunda edição, em 1987.
E, em 1997, o IBICT publicou a Edição-padrão Internacional em Língua Portuguesa – Tabelas Sistemáticas – Parte 1. Em 1999, publicou o Índice – Parte 2 da Edição-padrão Internacional em Língua Portuguesa.
3.3 Edições abreviadas
Existem edições abreviadas em quase todos os idiomas, sendo que a edição em língua portuguesa foi publicada em Portugal pelo Centro de Documentação Científica do Instituto de Alta Cultura e pelo então Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação - IBBD, hoje o IBICT.
É importante destacar a edição abreviada trilingüe - 1958, em alemão, inglês e francês, acompanhada dos respectivos índices.
3.4 Edições condensadas
Uma edição condensada foi publicada em 1967, em francês, ocupando somente 50 páginas.
3.5 Edições especiais
A FID determinou as edições especiais para uso de especialistas
de determinadas áreas, servindo de apoio ao desenvolvimento do conhecimento
mundial.
4 CDU NO BRASIL: quadro evolutivo
5.1 Tabela principal
A tabela principal é igualmente identificada como notação primária. A base da CDU é constituída por nove classes específicas e uma classe geral, seguindo o mesmo esquema da Classificação Decimal de Dewey - CDD, diferenciando-se na supressão de dois zeros à direita, portanto, apresenta-se somente com um algarismo arábico e na classe 4 – Lingüística, que foi incorporada na classe 8 – Literatura (em 1963), deixando então, a classe 4 vaga para futuras expansões.
A CDU apresenta as seguintes classes principais:
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Generalidades. Ciência e Conhecimento. Organização. Informação. Documentação. Biblioteconomia. Instituições. Publicações. |
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Generalidades. Ciência e Conhecimento. Organização. Informação. Documentação. Biblioteconomia. Instituições. Publicações. | |
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Filosofia. Psicologia. |
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Filosofia. Psicologia. | |
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Religião. Teologia. |
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Religião. Teologia.
21 Teologia natural. Teodicéia. De Deo. Teologia racional. Filosofia religiosa. |
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Ciências Sociais. Estatística.
Política. Economia. Comércio. Direito. Administração
Pública. Forças Armadas. Assistência Social. Seguro.
Educação. Folclore.
30 Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia |
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Ciências Sociais. Estatística.
Política. Economia. Comércio. Direito. Administração
e Governo. Assuntos Militares. Assistência Social. Seguro. Educação.
Folclore.
30 Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia |
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Vaga |
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Vaga | |
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Matemática e Ciências Naturais. |
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Matemática, Ciências Naturais. | |
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Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.
61 Ciências Médicas |
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Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.
60 Questões gerais das ciências aplicadas. 61 Ciências médicas |
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Arte. Belas Artes. Recreação. Diversões. Esportes. |
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Artes. Recreação. Diversões. Esportes. | |
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Linguagem. Lingüística. Literatura. |
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Língua. Lingüística. Literatura.
80 Questões gerais relativas à lingüística e à literatura. Filologia |
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Geografia. Biografia. História. |
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Geografia. Biografia. História. | |
Apresenta-se a seguir o exemplo da classe 3, comparando as edições:
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Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia. Comércio. Direito. Administração Pública. Forças Armadas. Assistência Social. Seguro. Educação. Folclore. |
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Ciências Sociais. Estatística. Política. Economia. Comércio. Direito. Administração e Governo. Assuntos Militares. Assistência Social. Seguro. Educação. Folclore. | |
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Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia. |
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Teorias, metodologia e métodos nas ciências sociais em geral. Sociografia. | |
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Demografia. Sociologia. Estatística. |
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Demografia. Sociologia. Estatística. | |
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Política. |
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Política. | |
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Economia. Ciência econômica. |
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Economia. Ciência econômica. | |
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Direito. Jurisprudência. |
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Direito. Jurisprudência. | |
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Administração Pública. Governo. Assuntos Militares. |
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Administração Pública. Governo. Assuntos Militares. | |
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Assistência Social. Previdência Social. Seguridade Social. |
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Atenção às necessidades materiais e mentais da vida. Incluindo: Serviço social. Assistência social. Habitação. Seguros. | |
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Educação. Ensino. Instrução. Lazer. |
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Educação. Ensino. Instrução. Lazer. | |
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Metrologia. Pesos e Medidas |
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Vaga (389 transferido para 006.9) | |
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Etnologia. Etnografia. Costumes. Modas. Tradições. Modo de Vida. Folclore. |
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Etnologia. Etnografia. Costumes. Usos. Tradições. Modo de Vida. Folclore. | |
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Assistência Social. Previdência Social. Seguridade Social. |
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Atenção às necessidades materiais e mentais da vida. Incluindo: Serviço social. Assistência social. Habitação. Seguros. | |
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Problemas sociais que requerem auxílio e assistência. Tipos de serviço de assistência. |
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Problemas sociais que requerem auxílio e assistência. Tipos de serviço de assistência. | |
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Anseio pela casa própria e sua satisfação. Segurança da habitação. |
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Anseio pela casa própria e sua satisfação. Segurança da habitação. | |
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Vaga |
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Defesa do consumidor | |
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Vaga |
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Vaga | |
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Seguro. Provisão comunitária através da participação nos riscos. |
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Seguro. Precaução comunitária mediante repartição dos riscos. | |
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Vaga |
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Seguro social. Seguridade social. | |
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Seguro. Provisão comunitária através da participação nos riscos. |
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Seguro. Precaução comunitária mediante repartição dos riscos. | |
| (083.41) Estatística
de risco de acidente
Auxiliares comuns e especiais 368-05 extraída da Tabela Ik –05 Pessoas |
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Teoria, princípios científicos do seguro. Teoria atuarial. |
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Teoria, princípios científicos do seguro. Teoria atuarial. | |
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Técnica e métodos de seguro. |
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Técnica e métodos de seguro. | |
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Tipos de firmas, empresas de seguro. |
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Tipos de firmas, companhias, empresas de seguro. | |
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Seguro voluntário e compulsório. |
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Seguro voluntário e compulsório. Falta de seguro. | |
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Medicina no seguro. Controle. Abusos. |
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Vago | |
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Estrutura administrativa. Órgãos da administração. |
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Estrutura administrativa. Órgãos de administração | |
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Pessoal administrativo |
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Pessoal admionistrativo | |
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Pseudo-Seguro. Quase-seguro. | |||
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Adiantamentos em dinheiro por conta das apólices | |||
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Seguro de coisas materiais em geral. Seguro de objetos. Seguro da propriedade. Seguro de bens. Seguro contra perdas e danos. |
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Seguro de coisas materiais em geral. Seguro de objetos. Seguro da propriedade. Seguro de mercadorias. Seguro contra perdas e danos. | |
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Seguro de transporte |
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Seguro de transporte | |
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Seguro relativo à pessoa do segurado. Seguro de vida. Seguro individual, pessoal. Seguro total individual. |
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Vago | |
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Seguro social. Previd~encia social em geral. Seguridade social. |
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Vago | |
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Seguro agrícola. |
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Seguro agrícola. | |
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Seguro da riqueza, dos bens. Seguro de imponderáveis. Seguro contra perdas financeiras. Seguro de riscos exclusivos. Vários outros tipos de seguro. |
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Seguro da riqueza, dos bens. Seguro de imponderáveis. Seguro contra perdas financeiras. Seguro de riscos exclusivos. Vários outros tipos de seguro. | |
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Vago |
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Seguro privado para pessoas físicas | |
Observando a CDU, a pontuação de suas notações
diferem com relação à CDD (que coloca apenas um ponto
após o terceiro dígito), a CDU acrescenta um ponto a cada
grupo de três dígitos para facilitar a leitura, não
tendo, portanto, valor classificatório.
Os números simples são qualquer número extraído da tabela principal ou auxiliar e citado isoladamente. Por exemplo: Brasil (81) ou Mineração 622.
Os números compostos são os criados por síntese, ou seja, a composição feita com números extraídos de mais de uma parte da tabela (principal ou auxiliar), que juntos formam uma notação de assunto. Por exemplo: Mineração no Brasil 622(81) ou Mineração e Metalúrgica 622 + 669.
5.2.1 Sinais
Os sinais, apresentados nas Tabela Ia – Coordenação e
Extensão e Tabela Ib – Relação, Subagrupamento e Ordenação
são em número de cinco:
5.2.2 Subdivisões Auxiliares
As subdivisões auxiliares subdividem-se em Auxiliares Comuns e Auxiliares Especiais, analisados a seguir.
a) Auxiliares comuns: possibilitam o inter-relacionamento entre assuntos e indicam características repetitivas, ou seja, aquelas que são aplicadas em todas as classes principais. São eles: Auxiliar Comum de Língua, de Forma, de Lugar, de Raça, de Tempo, de Ponto de Vista, de Materiais e de Pessoas e, serão estudados um a um a partir da instrução 5. Incluem-se, também, o asterisco e as extensões alfabéticas, que serão estudados um a um a partir da instrução 3.
b) Auxiliares especiais: indicam características que se repetem em determinados lugares da tabela, isto é, aqueles que são aplicáveis a um número limitado da tabela, cuja classe principal a qual está subordinada autorize sua utilização. São eles: Auxiliares Especiais de Ponto Zero, Hífen, Apóstrofo e serão estudados um a um na instrução 4.
Em resumo, a CDU utiliza, na composição da sua notação, números decimais, sinais, símbolos, letras ou palavras, portanto, é uma notação mista.
O leiaute da CDU pode ser observado no anexo 2, onde pode-se observar
sua estrutura de apresentação e as notas remissivas. Aparecem,
também, outros símbolos identificados a seguir:
Aulas Instrução 1, Instrução
2, Instrução 3, Instrução
4, Instrução 5
Revisão da Instrução
1 (exercícios de fixação) e Gabaritos Instrução
1 Instrução 4
Universidade Federal de Santa Catarina
Departamento de Ciência
da Informação
Campus Universitário - Trindade
89000-000 Florianópolis Santa Catarina - Brasil -
Telefone 55 - 048 - 331 93 04
http://www.ced.ufsc.br/~ursula/2001_1/5213
- (PLANO DE ENSINO)
Última
atualização realizada em 18 de março 2001.