GERENCIADOR DE BASES DE DADOS BIBLIOGRÁFICOS CDS/ISIS

Professora: Ursula Blattmann E-mail: ursula@ced.ufsc.br

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Revisão geral sobre equipamentos e DOS

Componentes de Um Microcomputador

Os microcomputadores possuem basicamente três componentes principais:
- Memória  -Unidade Central de Processamento (UPC ou CPU).
- Dispositivos de entrada e saída ( periféricos).
Os três componentes podem ser expressos no seguinte sistema lógico.
 

MEMÓRIA

 O termo memória se alpica a todo dispositivo capaz de armazenar informações em computação podemos classificar as memórias em dois tipos:
 

- Memória  principal.

- administrar os recursos do computador, tais como os discos, as impressoras e demais periféricos;

-Executar programas.

Para a maior parte dos usuários, o sistema operacional é o processador de comandos digitados no teclado. Para outros, o sistema operacional nunca aparece, ficando oculto atrás do programa aplicativo com que o usuário interege.

     Para os programadores o seistema operacional serve como a interface com as funções de controle dos discos e arquivos e com as funções de controle de programas.

     Cada tipo de computador deve ter um sitema operacional desenvolvido especialmente para ele. O sistema operacional considerado padrão mundial para computadores compatíveis com o IBM/PC é o MS/DOS.
 

O QUE É UM   ARQUIVO

É um conjunto de informações organizado com características comuns e armazenado em disco.      Os arquivos podem conter:
     -programas;
     -dados que os programas manipulam;
     - dados que resultam da execução de programas.

REGRAS PARA DAR NOMES AOS ARQUIVOS

O nome de um arquivo tem duas partes: o nome propriamente dito e a extenção, que é opcional.

O nome pode ter até oito caracteres, que podem ser letras do alfabeto, dígitos decimais ou ainda os caracteres @!$%&-.

     A extenção, que é escrita em seguida  ao nome e separada dele por um ponto ( na forma “nome.ext”), pode ter até três caracteres, que podem ser letras do alfabeto ou digítos decimais.

     A extensão é usada geralmente para indicar que tipo de informação contém o arquivo.

     Os arquivos de um discos podem ser agrupados, para fins de referência, em conjuntos que chamamos diretórios, aos quais podemos atribuir nomes     O nome de um diretório pode ter até oito caracteres, que podem ser letras do alfabeto, dígitos decimais ou ainda os caracteres ~!@#$%^&()_-{}’. Além disso, o primeiro caractere do nome deve ser uma letra.
 

CARGA DO SISTEMA OPERACIONAL

     Quando você liga o seu microcomputador, um programa residente na memória ROM (Read Only Memória ) é imediatamente ativado.

     Este programa, conhecido como sistema básici de entrada e saída (Basic   Input   Output   System   Bios), realiza a inicialização do sistema, executando várias conferências de hardware e buscando no primeiro setor do disco ( flexível ou rígido), onde está o sistema operacional, o registro de “boot”.

     O registro de “boot”, que contém a porção inicial do sistema operacional, é carregado na memória RAM ( Rando Access Memory) e, a partir de então, recebe o controle e busca no disco os módulos que realmente contém o sistema operacional.

     Encontrando-os carrega-os para a memória, passando-lhes o controle.

     Nesta ocasião, as inicializações são realizadas ( incluindo configuração do sistema), sendo o processador de comandos colocado na memória, o que possibilitará o efetivo uso do sistema.

          .

MUDANÇA DA UNIDADE DE DISCO CORRENTE

A qualquer momento a unidade de disco corrente pode ser mudada, sendo necessário apenas especificar u, onde:
       U: é a identificação da unidade de disco que será considerada a unidade corrente daí por diante. Quando um comando desse tipo é dado ao MS-DOS, ele responde mostrando o novo ,aviso com a unidade de disco corrente alterada .
 
 

VIZUALIZAÇÃO DOS ARQUIVOS- O Comando DIR

Para cada arquivo listado, o Comando DIR informa:
- o nome do arquivo e sua extenão;
- o tamanho do arquivo em bytes;
- a data em que o arquivo foi criado, ou alterado pela ultíma, veze;
- a hora a hora em que o arquivo ou alterado pela ultíma vez.

  A forma básica do comando Dir é:

  DIR {d:} [nome} {/P]  {/W]  [ [/O] ordem]

  Onde:

  d é a identificação da unidade de disco na qual está instalado o disco no qual está o diretório que queremos listar;

  Nome é a especificação global ou explícita aos arquivos sobre os quais queremos informações

/P é uma clausúla que, se incluída, faz com que cada tela de informação permaneça, sendo mostrada até que apertemos uma tecla

/W é uma clausúla que, se incuída, faz com que sejam mostradaos apenas os nomes dos arquivos e dos sub-diretório ,sendo suprimidas as informações acerca de tamanho, data e hora da criação /alteração dos arquivos.

     Se a especificação da unidade de disco for omitida o MS-DOS assumirá que o diretório a ser listado pertence ao disco instalado na unidade de disco corrente.

     Se a especificação do nome do arquivo for omitida o MS-DOS listará informações acerca de todos os arquivos contidos no diretório.

  /O controla  a ordem em que o comando DIR classificae exibe os nomes dos arquivos e de diretórios (ordem alfabética).
 
 

REFERÊNCIA GLOBAL

     Podemos chamar de referência global, máscara,coringas os caracteres que substituem um ou mais caracteres no nome e/ou extençÃo dos arquivos.

* Substitui 1 ou mais caracteres do nome e /ou extensão do arquivo ( no máximo oito caracteres).
? Substitui 1 caracter do nome ou extensão do arquivo.
 
 

IMPRESSÃO DE ARQUIVOS -O COMANDO TYPE

A forma básica do comando Type é:

TYPE [d:] nome [LPT1]
onde:

d é a identificação da unidade de disco onde está instalado o disco que contém o arquivo que queremos que o MS-DOS mostre na tela.

nome é o nome do arquivo que queremos ver mostrado na tela.

À opção >LPT1 pode ser usada para que a saída do comando seja direcionada para a impressora .
 

APAGAR A TELA-O COMANDO CLS

A forma padrão do comando CLS é:

CLS
 

ALTERAÇÃO DE NOME DE ARQUIVOS - O COMANDO RENAME

A forma  padrão do comando Ren é:

   REN nome1 nome2
onde;
nome1 é o nome atual do arquivo e
nome2 é o novo nome que será atribuído ao arquivo.
 

 DUPLICAÇÃO DE ARQUIVOS - O COMANDO COPY

À forma padrão do comando COPY é:

 COPY d1: nome d2: nome2 [/V]
onde;
 d1 é a identificação da unidade de disco na qual está instalado o disco que contém o arquivo que queremos copiar;

 nome1 é o nome do arquivo que queremos copiar;

 d2 é a identificação da unidade de disco na qual está instalado o disco que conterá a cópia do arquivo;

nome2 é o nome do arquivo que conterá a copia;

/V é uma cláusula que, se incluída, fará com que o MS-DOS confirme se a cópia foi feita corretamente.

,   Além de copiar arquivos, o comando COPY permite que façamos a fusão de arquivos. Para tanto é necessário:
   -substituir nome1 pela lista dos arquivos que serão fundidos, separando-os cada nome do sequinte através de um ponto e;
   -colocar em nome2 o nome do arquivo que conterá o resultado da fusão dos arquivos.
 

ELIMINAÇÃO DE ARQUIVOS - O COMANDO DEL

   A forma básica do comando DEL é:

    DEL[d:] nome
 onde:
d é a identificasção da unidade de disco na qual está instalado o disco que contém os arquivos que queremos apagar;
nome é a especificação global ou explícita aos arquivos que queremos apagar.
     Se o parâmetro d não for especificado o MS-DOS assumirá que o arquivo a ser apagado está no disco corrente.
     Se no parâmetro nome for usada a referência global que engloba todos os arquivos do diretório (*.*), o MS-DOS pedirá confirmação de comando , antes de executar a ordem.
 

O QUE É UM DIRETÓRIO

     Os arquivos de um disco podem ser agrupados , para fins de referência, em conjuntos que chamamos diretóris, aos quais atribuir nomes.

     O nome de um diretório pode ter até oito caracteres, que podem ser letras do alfabeto, dígitos decimais ou ainda os caracteres ~!@#$%^&( ) -_{ } .
 
 

O QUE É UM ‘SUBDIRETÓRIO”


Cada diretório pode ser parte de um outro diretório . Quando issi acontece dizemos que este diretório é um sub diretório do outro.

O procedimento de agrupar vários arquivos em um diretório e de anexar este diretório a outro diretório , pode ser repetido quantas vezes se queira .
 

O QUE É UM DIRETÓRIO RAIZ

          Qualquer diretório criado por nós tem, necessariamente , de ser um sbdiretório de algum diretório previamente existente.

          A princípio, a imposição dessa regra parece gerar um problema. Se todo diretório criado deve ser subdiretório de um diretório previamente existente, como possível criar o primeiro diretório?

          A resposta é simples. O primeiro diretório não é criado por nós e sim pelo MS-DOS. Esse diretório, que o próprio MS-DOS cria, é chamado de diretório raiz.

          A razão pelo qual esse diretório inicial é associado a idéia de “raiz” também é simples. A estruturação dos diretórios de um disco é feita sempre criando diretórios que são subdiretórios de outros diretórios, que podem ser subdiretórios de outros diretórios e assim por diante. Esses diretórios vão, portanto, ramificado-se fazendo com que a estrutura resultante tenha a forma de um árvore invertida, da qual o diretório inicial, provido pelo DOS, ocupa a base , a “raiz”, portanto.

          A subdivisão dos arquivos de um disco em uma estrutura de " árvore " é um recurso de organização importante para nos ajudar a encontrar rapidamente os arquivos que queremos, porque a procura de um arquivo específico entre as centenas de arquivos que um disco rígido tem capacidade para armazenar, pode ser muito trabalhosa se tivermos que nos basear apenas em uma longa lista de nomes.

Veja também mais dicas de leitura Folder Microisis DOS - Versões Disponíveis - Dicas DOS - Automação em biblioteca - metodologia

Este material foi desenvolvido por Ursula Blattmann - ursula@ced.ufsc.br especialmente para as aulas da disciplinaCIN 5351 Gerenciador de Bases de dados Microisis - Universidade Federal de Santa Catarina  Departamento de Ciência da Informação Campus Universitário - Trindade Florianópolis Santa Catarina - Brasil -     Disponibilizado em 30 de janeiro de 2002. Atualizado em 11 de setembro de 2006.