Para os programadores o seistema operacional serve como a interface com as funções de controle dos discos e arquivos e com as funções de controle de programas.
Cada tipo de computador deve ter um sitema operacional desenvolvido especialmente
para ele. O sistema operacional considerado padrão mundial para
computadores compatíveis com o IBM/PC é o MS/DOS.
O nome pode ter até oito caracteres, que podem ser letras do alfabeto, dígitos decimais ou ainda os caracteres @!$%&-.
A extenção, que é escrita em seguida ao nome e separada dele por um ponto ( na forma “nome.ext”), pode ter até três caracteres, que podem ser letras do alfabeto ou digítos decimais.
A extensão é usada geralmente para indicar que tipo de informação contém o arquivo.
Os arquivos de um discos podem ser agrupados, para fins de referência,
em conjuntos que chamamos diretórios, aos quais podemos atribuir
nomes O nome de um diretório pode ter até
oito caracteres, que podem ser letras do alfabeto, dígitos decimais
ou ainda os caracteres ~!@#$%^&()_-{}’. Além disso, o primeiro
caractere do nome deve ser uma letra.
Este programa, conhecido como sistema básici de entrada e saída (Basic Input Output System Bios), realiza a inicialização do sistema, executando várias conferências de hardware e buscando no primeiro setor do disco ( flexível ou rígido), onde está o sistema operacional, o registro de “boot”.
O registro de “boot”, que contém a porção inicial do sistema operacional, é carregado na memória RAM ( Rando Access Memory) e, a partir de então, recebe o controle e busca no disco os módulos que realmente contém o sistema operacional.
Encontrando-os carrega-os para a memória, passando-lhes o controle.
Nesta ocasião, as inicializações são realizadas ( incluindo configuração do sistema), sendo o processador de comandos colocado na memória, o que possibilitará o efetivo uso do sistema.
.
A forma básica do comando Dir é:
DIR {d:} [nome} {/P] {/W] [ [/O] ordem]
Onde:
d é a identificação da unidade de disco na qual está instalado o disco no qual está o diretório que queremos listar;
Nome é a especificação global ou explícita aos arquivos sobre os quais queremos informações
/P é uma clausúla que, se incluída, faz com que cada tela de informação permaneça, sendo mostrada até que apertemos uma tecla
/W é uma clausúla que, se incuída, faz com que sejam mostradaos apenas os nomes dos arquivos e dos sub-diretório ,sendo suprimidas as informações acerca de tamanho, data e hora da criação /alteração dos arquivos.
Se a especificação da unidade de disco for omitida o MS-DOS assumirá que o diretório a ser listado pertence ao disco instalado na unidade de disco corrente.
Se a especificação do nome do arquivo for omitida o MS-DOS listará informações acerca de todos os arquivos contidos no diretório.
/O controla a ordem em que o comando DIR classificae exibe os nomes
dos arquivos e de diretórios (ordem alfabética).
* Substitui
1 ou mais caracteres do nome e /ou extensão do arquivo ( no máximo
oito caracteres).
?
Substitui 1 caracter do nome ou extensão do arquivo.
TYPE
[d:] nome [LPT1]
onde:
d é a identificação da unidade de disco onde está instalado o disco que contém o arquivo que queremos que o MS-DOS mostre na tela.
nome é o nome do arquivo que queremos ver mostrado na tela.
À
opção >LPT1 pode ser usada para que a saída do comando
seja direcionada para a impressora .
CLS
REN nome1 nome2
onde;
nome1
é o nome atual do arquivo e
nome2
é o novo nome que será atribuído ao arquivo.
COPY
d1: nome d2: nome2 [/V]
onde;
d1
é a identificação da unidade de disco na qual está
instalado o disco que contém o arquivo que queremos copiar;
nome1 é o nome do arquivo que queremos copiar;
d2 é a identificação da unidade de disco na qual está instalado o disco que conterá a cópia do arquivo;
nome2 é o nome do arquivo que conterá a copia;
/V é uma cláusula que, se incluída, fará com que o MS-DOS confirme se a cópia foi feita corretamente.
,
Além de copiar arquivos, o comando COPY permite que façamos
a fusão de arquivos. Para tanto é necessário:
-substituir nome1 pela lista dos arquivos que serão fundidos, separando-os
cada nome do sequinte através de um ponto e;
-colocar em nome2 o nome do arquivo que conterá o resultado da fusão
dos arquivos.
DEL[d:] nome
onde:
d
é a identificasção da unidade de disco na qual está
instalado o disco que contém os arquivos que queremos apagar;
nome
é a especificação global ou explícita aos arquivos
que queremos apagar.
Se o parâmetro d não for especificado o MS-DOS assumirá
que o arquivo a ser apagado está no disco corrente.
Se no parâmetro nome for usada a referência global que engloba
todos os arquivos do diretório (*.*), o MS-DOS pedirá confirmação
de comando , antes de executar a ordem.
O nome de um diretório pode ter até oito caracteres, que
podem ser letras do alfabeto, dígitos decimais ou ainda os caracteres
~!@#$%^&( ) -_{ } .
Cada
diretório pode ser parte de um outro diretório . Quando issi
acontece dizemos que este diretório é um sub diretório
do outro.
O procedimento
de agrupar vários arquivos em um diretório e de anexar este
diretório a outro diretório , pode ser repetido quantas vezes
se queira .
A princípio, a imposição dessa regra parece gerar um problema. Se todo diretório criado deve ser subdiretório de um diretório previamente existente, como possível criar o primeiro diretório?
A resposta é simples. O primeiro diretório não é criado por nós e sim pelo MS-DOS. Esse diretório, que o próprio MS-DOS cria, é chamado de diretório raiz.
A razão pelo qual esse diretório inicial é associado a idéia de “raiz” também é simples. A estruturação dos diretórios de um disco é feita sempre criando diretórios que são subdiretórios de outros diretórios, que podem ser subdiretórios de outros diretórios e assim por diante. Esses diretórios vão, portanto, ramificado-se fazendo com que a estrutura resultante tenha a forma de um árvore invertida, da qual o diretório inicial, provido pelo DOS, ocupa a base , a “raiz”, portanto.
A subdivisão dos arquivos de um disco em uma estrutura de " árvore " é um recurso de organização importante para nos ajudar a encontrar rapidamente os arquivos que queremos, porque a procura de um arquivo específico entre as centenas de arquivos que um disco rígido tem capacidade para armazenar, pode ser muito trabalhosa se tivermos que nos basear apenas em uma longa lista de nomes.
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