CARTÃO DE REFERÊNCIA

MICRO CDS/ISIS ©
VERSÃO 2.3

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CDS/ISIS COMPUTERIZED DOCUMENTATION SYSTEM /
INTEGRATED SET 0F INFORMATION SYSTEM


O Sistema de Documentação Computadorizado / Conjunto Integrado de Sistemas de Informação (CDS/ISIS) é um sistema composto por um conjunto de programa e arquivos auxiliares projetados para realizar diversas funções para bases de dados bibliográficas (catalogação. indexação, referenciação, etc.).

PROGRAMAS


EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS

ARQUIVOS

OBRIGATÓRIOS: arquivos devem estar sempre presentes. São estabelecidos geralmente quando da definição da base de dados por meio dos serviços ISISDEF e nunca devem ser eliminados. A seguir estio relacionados os principais arquivos, onde xxxxx é o nome da base de dados com 1 até 6 caracteres:

AUXILIARES: arquivos são criados pelo sistema sempre que determinadas funções são realizadas. Podendo ser eliminados quando não forem mais necessários. DO USUÁRIO: são criados pelo usuário do sistema, estando sob sua total responsabilidade. A seguir estão relacionados os principais arquivos, onde yyyyyy é o nome do arquivo do usuário com 1 até 6 caracteres:


Obs.: os arquivos com * (asterisco) significam arquivos ASCII. Isto é, podem ser exibidos ou impressos, enquanto os outros arquivos são binários, (extensão padrão aos nomes de arquivos).
 

TÉCNICAS DE INDEXAÇÃO

Existem 5 técnicas de indexação identificados por códigos numéricos: ø a 4.

Técnica de indexação: constrói um elemento de busca a partir de cada linha extraída do formato. Usada para indexar campos inteiros ou subcampos com até 3O caracteres. Produz como salda uma linha para cada elemento a ser indexado.

Técnica de Indexação 1: constrói um elemento de busca a partir de cada subcampo e/ou linha extraída do formato. Essa técnica deve especificar o modo de prova.

Técnica de Indexação 2: constrói um elemento de busca a partir de cada teimo ou frase em campos repetitivos incluída entre os delimitadores < >. O texto fora dos delimitadores não será indexado. Pata especificar modo de prova deve-se utilizar MHU ou MHL (conforme o caso elimina < >). No formato de impressão é substituído por  “;”.

Técnica de Indexação 3:  realiza o mesmo processamento que a técnica 2, os termos devem ser indicados entre barras / .... /. No formato de Impressão permanece igual à entrada de dados. Exceto quando utilizado os modos MHU e MHL ou RPU e MPL.

Técnica de Indexação 4: constrói um elemento de busca a partir de cada subcarnpo. Ë considerado elemento de busca como qualquer sequência de caractere alfanuméricos. Ao utilizar a técnica 4 sugere-se criar o arquivo “Stopword”.

Arquivo “Stopword” (arquivo de palavras proibidas): Utilizando um Editor de Texto, relacione as palavras não significativas na indexação, por exemplo: todos os artigos (a, as, o, os). É necessário nomeá-lo com o mune da base e a extensão .stw.
 

MODO DE APRESENTAÇÃO DOS DADOS

A tabela padrão de substituição de delimitadores de subcampo é a seguinte :

A um comando de modo á atribuído o código Mmc, onde: Um comando de modo pode aparecer tantas vezes quantas necessárias em um formato, cada qual permanecendo em vigor até que seja substituído por outro  subsequente. Na ausência de um comando de modo explícito CDS/ISIS utilizará MPL por “default” modo de prova, ou seja, os dados, aparecem conforme digitados.

Ex.:
 Formato         Saída
 MpI, v25         ^aParis^bUnesco^c1994
 MhI, v25         Paris, Unesco, 1994
 Mhu, v25        PARIS, UNESCO, 1994
 Mdl, v25         ^aParis^bUnesco^c1994
 Mpu, v25        ^c1994,^bUNESCO, ^aPARIS

LITERAIS

Literal é um ou mais caracteres que se definem quando se está especificando um formato de Impressão, acondicionado ao campo, mas que não pertence a ele. Existem 3 tipos de literais: incondicional, condicional e repetitivo.

Literal Incondicional: representado por apóstrofe ‘...' . Será incluído na impressão independente da existência ou não da informação no campo.

Ex.:
 Formato                    Salda
 ‘MFN: '.mfn (3)            MFN 004

Literal Condicional: representado por aspas “....” Será incluído na impressão somente se a informação estiver presente no campo.

Ex.: Formato              Saída
   “Título: “v20               Título: Aço e Ferro Fundido

Literal Repetitiva: representado por barras verticais | ..... |  São constantes condicionais que se repetirão para cada ocorrência em um campo repetitivo.

Ex.:
 Formato               Saída
 v5 | ; |                     Valente, CéIia; Nori, Walter;
 v5 |   |                     Chiaverini, Vicente.

Obs.: quando a condicional ponto e vírgula (;) estiver definida entre barras verticais, isto significa que ela deverá ser impressa com a informação solicitada.

Existem as literais condicionais e as repetitivas, que se associadas a um campo conforme a posição ocupada por elas no formato, são chamadas de sufixo (e estiverem após o campo ) e de prefixo (se estiverem antes do campo).

Se o sufixo for imediatamente precedido do sinal +, ela aparecerá pura todas as ocorrências do campo, exceto para a última.

Ex.: v20 + | ; |

Se o prefixo for Imediatamente seguido do sinal +, ela aparecerá para todas as ocorrências do campo, exceto a primeira.

Ex.: | ; |  v20 +

Seletor de Campo Fantasma: permite a impressão  (de um literal baseado na presença ou ausência de um determinado campo ou subcampo, sem impressão dos conteúdos do campo com ele relacionado.

Códigos: Dt ou Dt^x ou, Nt ou Nt^x.

Onde: D ou N são os seletores de campo fantasma

LINGUAGEM DE FORMAÇÃO

Seletores de campo: comandos para extrair um campo ou subcampo específico de um registro.

Comando de campo: utilizado para extrair um campo de um registro. A letra V seguida etiqueta do campo a ser extraído.

Ex.: V28, V1O, V5

Comando de subcampo: basta anexar o delimitador do subcampo correspondente a etiqueta. É possível usar o delimitador de subcampo ^* para selecionar o primeiro subcampo.

Ex.: V2^a, V10b

Extração de um fragmento de Campo ou subcampo: * offset.length ou* offset ou .length, onde:
?  * offset = posição do primeiro caractere;
?  .Ienght = indica o número de caracteres a serem extraídos.

Obs.:  a primeira posição é zero.

Ex.: V1*3.3 extrai o campo V1 a partir do 4º caractere, 3 caracteres.

Comando de identificação: (f, c) ou (f)

onde: f é igual ao número de espaços a serem deixados a partir da margem esquerda entes de formar a primeira (ou única) linha do campo.

c indica o número de espaços a serem deixados da margem esquerda antes de formatar as linhas de continuação de um campo.

Ex.: V44 (5.9) a impressão será na primeira linha na coluna 5 e as seguintes na posição da coluna 9.

Comando MFN: extrai o MFN (master file number = número do arquivo principal) de um registro dentro do arquivo mestre (MST) MFN ou MFN (d):

onde: d significa o número de dígitos. Se omitidos são exibidos 6 dígito. Ex.: MFN (3) equivale do 001 ao 999 MFN.
 

COMANDOS DE ESPACEJAMENTO HORIZONTAL E VERTICAL

Comandos  Funções

LINGUAGEM DE RECUPERAÇÃO

Termos de busca precisa: ponto de acesso preciso é qualquer elemento de pesquisa definido para uma determinada base de dados.

Ex.: palavras-chave, palavras do título, autores, nomes, etc.

Termos de Busca Truncada a Direita: é utilizado para recuperar registros que tenham um número fixo exato de palavras ente os termos especificados. Permite entrar com uma raiz. O símbolo $ deve ser colocado após o último caractere da raiz.

Ex.: CLAUDIA$, COMPANHIA$

Busca direcionada: a definição dos campos é dada pelas etiquetas, que devem estar entre parênteses.

Ex.: INFLACAO/ (05, 20, 210)

Combinação de Termos e operadores booleanos:  através dos operadores lógicos * (e), + (ou), ^ (não) pode-se combinar os termos de busca.

Ex.: ENCHENTES REGIONAIS * (SANTA CATARINA + BLUMENAU)

Combinação dos termos e operadores de proximidade: pode-se especificar a distância dos termos num texto (por exemplo: título ou resumo).

Ex.:    LITERATURA REGIONAL ... SUI (até 2 palavras)
           SOFTWARE CDS/ISIS $$ BIBLIOTECA (exatamente 1palavra)

Operadores de Proximidade: a prioridade dos operadores na execução é a seguinte : “. “, ( f ) ( g ), “ * “, “ ^ “, “+ “. Esta prioridade pode ser alterada pelo uso de parênteses. Por exemplo:

Busca Sequencial (registro a registro): através da busca sequencial, o programa vai procurar em cada um dos registos, em campos especificados pelos usuários, a presença ou ausência de “strings”, isto é, cadeias de caracteres.

Ex.:

TECLAS DE CONTROLE

Teclas de Edição

Teclas de operação com blocos (cortar/anexar): Teclas para a entrada de dados: Teclas para a Edição de Formato:
Coordenação: Prof. Úrsula Blattmann / Revisão Dirce Maria Nunes da Silva.
Elaborado pelas alunas da Universidade Federal de Santa catarina/ Curso de Biblioteconomia: Aracy I. Andrade, Cláudia Luciane Alves da Silva, Fabrícia Fontes, Hulda de Oliveira, Vanessa Márcia Rocha e Ana Tristão (ouvinte).