Periodicidade semestral - Número 5 - janeiro/julho de 2002
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SEÇÃO ARTIGOS

Acompanhe nesta seção :


1. CORPO E MOVIMENTO: ALGUNS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL.



Uma série de embates tem surgido com a difusão de técnicas de treinamento, emagrecimento e embelezamento corporal que sustentam uma verdadeira indústria dos artefatos “do” e “para” o corpo. Preocupar-se com o corpo, virou febre. Qual o lugar do corpo dos adultos e crianças na educação infantil? O corpo é “algo” a ser preenchido com o conhecimento? É “algo” que pode prevenir as doenças decorrentes das supostas “dificuldades de aprendizagem”? Ou, ainda, o corpo é algo que precisa ser contido na primeira infância para que logo possa ser domesticado na escola?

Débora Thomé Sayão*

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2. PARTILHANDO OLHARES SOBRE AS CRIANÇAS PEQUENAS:  REFLEXÕES SOBRE O    ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL



Os questionamentos e inquietações decorrentes das discussões feitas a partir dos estágios já realizados e dos resultados de pesquisas sobre os Profissionais de educação infantil, as crianças e as culturas infantis  é que geraram a construção deste texto. Ele está estruturado em duas partes: em primeiro lugar, situamos o debate em torno da pedagogia da educação infantil e da centralidade das crianças nesse contexto;, em seguida, refletimos sobre a possibilidade de o estágio se consolidar como espaço de aproximação das crianças pequenas e de investigação e produção de saberes em torno das crianças e da Pedagogia da Educação Infantil.
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Ana Beatriz Cerisara *
Alessandra Mara Rotta de Oliveira*
Andréa Simões Rivero*
Rosa Batista*



3.POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS E EDUCAÇÃO INFANTIL: HISTÓRIAS OU ESTÓRIAS?


Como uma área que ainda esta vinculada as demandas do mercado, o atendimento as crianças de 0 a 6 anos, caracteriza-se por movimentos ciclotínicos de expansão e retraimento, que em geral são condicionados por fatores externos as necessidades infantis. Um exemplo desse movimento pode ser verificado no período da 2a Grande Guerra, nos Estados Unidos, que apresentava, em 1941, 1,6 milhões de vagas subsidiadas pelo governo e que atendiam em especial crianças de mulheres que trabalhavam na indústria bélica. Após o término da guerra, em 1965, existiam 300 mil vagas usufruindo de recursos federais (Rosemberg, 1995). Esse movimento, criticado por muitos pesquisadores, persiste ainda nos dias atuais, mesmo com as novas discussões na área que definem a educação infantil sob outra perspectiva
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Rosânia Campos*




* Membros do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Educação de 0 a 6 anos da UFSC e professoras do curso de Pedagogia.



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A revista Zero-a-seis propõe-se a ser um espaço de divulgação das atividades de estudo e pesquisa do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Educação de 0 a 6 anos. O material que circula aqui tem sido produzido por professores, alunos de graduação e de pós-graduação, professores da rede e outros colaboradores.
As seções deste número foram organizadas pelo prof.  João Josué da Silva Filho, reponsável também pela criação do lay-out das páginas e pela edição na internet. Os textos foram produzidos por pesquisadores e mestrandos vinculados ao NEE0A6, os quais estão nominadas em cada matéria específica.
Cooperaram com a organização as profas. Eloisa A.C. Rocha e Ana Beatriz Cerisara que ajudaram a discutir os temas e selecionar os assuntos.


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Prof. João Josué da Silva Filho